From: "SMMT" Subject: Re: Velocidade da luz... Date: 08 Oct 2000 00:00:00 GMT Newsgroups: pt.ciencia.geral > > > ...uma matemática que funciona e nada mais do que isso. > > Tlv , mas não ha mal nisso. > Desde que não bloqueie a criatividade dos jovens, não há mal algum. Não > obstante não é isso que vejo na prática acadêmica. Os jovens acabam > sendo "forçados", sob pena de não progredirem nos estudos, a não mais > contestar a realidade e a se contentar com uma visão parcial da mesma. > O maior dos absurdos não está na aceitação de uma teoria absurda mas no > lema adotado pela universidade moderna a "proibir" contestações aos > paradigmas da moda, transformando-os em dogmas.. Tens razão. Eu tb vejo isso. Se bem me lembro, algo parecido com isto foi o que levou Einstein a mudar de universidade , muito mais do que as condições da guerra e tudo isso. > > No dia em que tiveres uma teoria , que faça melhor , que supere a > > MQ , que faça o que a MQ não consegue , MAS que faça tudo o que a MQ > > faz , então esse será o novo modelo... > Sim, mas para que esse dia chegue alguém precisa contestar a realidade, > sem ser mal visto por seus pares. Embora perceba o que dizes ,e concorde , acho que cada um poderá desenvolver sem contestar. Contra factos não ha argumentos e se formos capazes de apresentar factos , então nessa altura haverá contestação. >É papel da universidade despertar a > criatividade dos jovens e reduzir, senão eliminar, a tendência lá > dominante: a de privilegiar a formação de "papagaios cultos". Infelizmente assim é. > > Nenhuma teoria Física explica nada, já que nenhuma detêm a realidade > > Tudo são aproximações umas melhores e outra piores, umas mais latas > > e outras mais restrictas.. > Porque então ignora-se as novas teorias sem se dar nenhuma chance de > defesa a seus proponentes, como chegou a denunciar Planck no início do > século, se sabemos muito bem que em meio a essas teorias podem existir > coisas melhores do que as que estão por aí? "Teoria de grupos" O grupo de cientistas vê-se ameaçado que as suas convicções são ameaçadas. A sua resposta irracional é anular tudo o que não esteja de acordo com o que pensam. Isto é muito igual ao que se passa nas religiões. As pessoas têm medo de estar enganadas , erradas. E não sabem viver com a confrontação do que aquilo em que acreditam está errada. É duro... acho que todos sabemos isso. Mas é ai que a ciência é diferente da religião , a ciência tme de ser imparcial e independente , ou seja, não pode ser comandada por sentimentos como o medo e a irracionalidade... isso é negar a ciência... e é o que começa a acotnecer agora.. qq imaginação é melhor que a realidade... >Porque os cientistas > questionam tanto a Inquisição e, ao mesmo tempo, defendem a unhas e > dentes a "Inquisição dos Tempos Modernos", a se apoiar na pseudo > filosofia ou nos dogmas de Thomas Khun? Não sei. Interrogo-me à vários anos sobre isso... e ainda sou novo ;-) , a minha hipotese por agora é a "teoria de grupos" ... uma espécie de generalização do conceito de religião , seita ... etc ... >Será que os acadêmicos atuais > têm medo de descobrir que dedicaram sua vida a defender uma teoria que > se tornou obsoleta? Sem dúvida. Acho que isto é incontestável , mesmo que eles digam que não. >Que raios de visão científica é essa? Ciência não é > isso! Ser cientista envolve o estar ciente de que amanhã certamente > irão contestar os absurdos que hoje concebemos. Pois é assim que a > ciência progride e sabemos muito bem que somente existirá ciência > enquanto as "verdades" puderem ser contestadas. Concerteza. Só que contestar é apresentar Factos que contradizem / ou fazem duvidar ,a teoria aceite. > Ou será que a física > moderna já nos levou de volta ao "Paraíso Perdido"? :-)) Quase, estamos presos por uma "string" :-)) > Nada que uma boa escola não possa corrigir. Mas se essa escola bloqueia > a criatividade e limita-se a ensinar a seus alunos o "Copiar e > Colar"... Que mais poderá fazer uma escola como essa senão > produzir "papagaios cultos"? E o que se vê, em decorrência disso, é uma > plêiade de jovens satisfeitos com equações que sequer satisfizeram seus > idealizadores, como é o caso da equação de Schrodinger; e já ouvi dizer > que Dirac também pensava desta forma com respeito a suas equações. E > Planck idem. Tá certo que as equações nunca satisfazem os seus criadores , mas isso é pq eles estavam cientes que aquilo eram hipoteses passageiras , hipoteses de trabalho . Hipoteses que precisavam refinamento. O problema é que muita gente está convencida que é o trabalho final. > > Costuma-se dizer que : "um salto quantico é quando o > > electrão passa daqui para ali sem passar pelo meio." > > Pois ... mas é que falta saber que se está a falar em termos de > > energia e não de posição no espaço. > Sim, mas sequer posso imaginar a existência de uma energia potencial a > compensar esse efeito, Energia dos fotões ... Ou seja , em breves palavras é assim : o electrão está a rodar em torno do nucleo, como a terra em torno do sol Em orbita Mas o electrão tem carga e produz campo electromagnético. Quando o electrão recebe energia ele é acelerado e ocupa uma orbita mais afastada . Mas este efeito não dura muito , pq ele irradia essa energia de volta sob a forma de radiação electromagnética (luz) e retoma a orbita anteriror. Claro que não pode ocupar orbitas já ocupadas. Como os electrões interferem devido ao spin , eles não podem ficar todos numa orita só e o máximo são 2 por orbita. Não sei se era isto que o Maxwell se referia com "cargas aceleradas" , mas básicamente é assi mque acotnece. AGORA : usando o modelo quantico , ele proprio , impedenos de saber o que acontece durante a passagem entre orbitas.Isto não significa que não aconteça nada, ou que o electrão de volatilize e apareça noutro lado, apenas significa que o modelo quantíco não sabe dizer , prever , o que acontece durante. E pq ? Pq o modelo quantico não é continuo :-) > a exemplo do que ocorre classicamente quando um > objeto macroscópico viaja pelo espaço, após receber um golpe num campo > gravitacional. Logo, fico frente a um "antes" e a um "depois", sem > possibilidades de imaginar um "durante". O espaço realmente existe, mas > as equações proibem-me de imaginar partículas a ocupá-lo em toda a > extensão. As equações não impedem que imginaes , impedem apenas que meças . Que faças medidas usando aquele modelo. > > > também na experiência da dupla-fenda (anteparo com dois orifícios), > > Eu só não concordo quando dizes que "Não ha como entender fisicamente > > o processo" > Isto porque aceitas passivamente a dualidade partícula-onda e/ou a > complementaridade de Bohr. O microscópio electrónico parece uma boa razão. > > > Os gatos, não! Mas os electrões quânticos ou desaparecem ou > > > multiplicam-se em electrões fantasmas. > > Desaparecem ? Quando ? > Durante os intervalos de incerteza e/ou entre os saltos quânticos. Eles não desaparecem. O seu estado é que é indetermindado. É como o estado de um dado antes de o lançar. O dado está lá , mas não sabes qual o seu valor. > > Elctrões fantasma ... não conheço. > Na experiência com os duplos orifícios. O electrão real passa por um > dos orifícios e o eletrão fantasma pelo outro. Mas como aceitas a > dualidade quântica, dirás que o electrão transformou-se numa onda, > atravessou os dois orifícios, Nop. Como as fendas são muito mais perto da ordem de grandesa do electrão a nossa observação é de onda. Atenção : A NOSSA OBSERVAÇÃO. o electrão permanece a mesma coisa que sempre foi. Whatever that is. Se abrires um grande buraco , muito maior que as dimenções do electrão , pedes o efeito ondulatório. (nota que falo das dimenções do electrão sem saber quais são. Mas isto funciona por comparação. Se um atomo é muito pequeno e é composto de electrões , eles têm de ser menores que o atomo.) >voltou a ser um corpúsculo e chocou-se > com o segundo anteparo. Neste caso, o que eu chamo de fantasma tu > chamas de onda. David Bhom chamava-a de "onda piloto", para distinguí- > la do corpúsculo que, em sua teoria, continuava a existir e passava por > apenas um dos orifícios. Não sei o que é pior. Admitir electrões fantasma , em vez de probabilidade , ou ondas. A coisa é que o electrão têm propabildiade igual de passar por cada um das fentas. Mas tu não tens ´so um electrão , tens um feixe de electrões... uns passam por um lado e outros por outro. > > > ...essa história do som não se propagar no vácuo... > > > ...entre uma molécula de ar e outra, o que existe além do vazio? Um > > > campo? Uma onda? Uma quimera? Um túnel quântico? > > Nop. Que tal um choque clássico , para variar :-))) > > a partícula material bate na outra e transmite energia > Estás assumindo que as partículas (átomos e moléculas) dão "trombadas" > entre si. Não foi essa a visão moderna que aprendi nos capítulos de > colisões microscópicas e de choque elástico. mas quem é que disse que a minha visão é moderna :-)) ? >A propagação do som não se > dá através de choques do tipo macroscópico, mas através de transporte > de momento, qual é a diferença ? >E, não obstante, as moléculas se interferem > bastante e num ritmo alucinado, a ponto de gerarem efeitos > macroscópicos tais como o som. exacto ,era ai que eu queria chegar. o som é um fenómeno macrosópico e por isso pensar n oseu deslocamente entre as particulas estruturais não faz sentido. O mundo dos átomos é silencioso. >Aliás, parece-me > que nossa discussão começou aí: Porque é que não podemos acompanhar > esse "referencial" a acompanhar um fótão? Eu não vejo impedimento. Ebora entenda das tuas palavras que a TR o impede. Mas o que ela realemtne impede é que um corpo com massa acelecere até à velocidadade desse refeencial. Mas a ultima vez que olhei , o pensamento abstracto não tinah massa :-) > > Estás a supor que podes saber a direcção real.. isso é uma utopia > > A realidade não é alcançável. Já nos contentamos com um modelo > > observacional para ela > Pois eu penso que utópico é o princípio da incerteza, ao pretender dar- > nos a "certeza" de que atingimos o limite último da compreensão da > realidade, nada mais sendo possível conhecer a partir de então. É muita > pretensão para o meu gosto. Essa prentenção não é do principio de inceteza, que ele coitado não fala. Nem , que eu saiba , de Heisenberg e companhia. Essa pretenção é uma má intrepretação do principio por algusn físicos da nossa era. Na prática o principio de incerteza interessa ZERO no que toca à prática. Ninguem faz contas com ele. > > A direcção de rotação do electrão não interessa nada na prática. > Isto se pensarmos nesta direcção em relação a um espaço vazio. Porém > refiro-me ao conhecimento da rotação do electrão, por exemplo, em > relação ao proctão e/ou a sua órbita ao redor do núcleo. No análogo > macroscópico, Terra e sistema solar, sei que o giro da Terra dá-se > segundo um eixo aproximadamente perpendicular à eclíptica, ou o plano > da órbita terrestre. Serias capaz de, com as equações da MQ, dizer algo > semelhante? Semelhante sim. Mas não o mesmo , pq o modelo da MQ não o permite. Define-se Momento angular d mesma forma que para a terra e a sua conservação. Aceita-se da mesma forma que para a terra que a força é central , embora do tipo colombiano e não gravitico. As orbitas planetárias tb são quantizadas , assim como as dos electrões. ( embora não da mesma forma , nem com uma precisão tão grande ) A unica diferença entre um atomo e o sistema solar , é que as forças não seão electricas , mas sim , gaviticas. E a terra não pula da orbita quando recebe umfotão vindo do sol , como o electrão pula quando absorve um fotão vindo do nucleo. > Ou seja, da mesma maneira que a teoria da relatividade "proibe-me" de > fixar um referencial num fotão, o princípio da incerteza "proibe-me" de > utilizar um referencial para conhecer a posição e/ou o giro de um > electrão. Quando muito podemos apenas conhecer dados probabilísticos. > Ou seja, estamos "proibidos", pela TR e MQ, de evoluir em direção à > decifração da natureza íntima da matéria (no caso descrito, num > relacionamento absoluto, e não meramente probabilístico, do que ocorre > no microcosmo). Não m parece que assim seja. Não vejo em quê o conhecimento do giro do electrão te traz mais informação. > > Sim, é basicamente isso. com a vantagem do electrão mudar "sozinho" > > de spin, enquanto o pião tem de ser transladado de um hemisfério para > > o outro.. > E porque não girar o pião de 90 graus em torno de seu eixo de giro? :-) > É bem mais fácil. E creio que é exatamente isso que um electrão faz > quando, em órbita, inverte seu spin. Transladar 90º ?! esta não entendi... O pião roda em torno de um eixo , eixo esse que precessa .. que gira em torno da vertical .. a qual dos eixos te referes ? Girar 90º em torno do eixo de rotação é apenas "ver outro instante do movimento" , o mesmo em torno do eixo vertical .. não percebi esta ... > > Mas vamos lá a ver... qual é o problema de se orientar a bussula ou o > > electrão? Tens de ter um referencial... ou como é que queres estudar > > as coisas ? > Então, pergunto: Qual é a direção do eixo de giro do elétron em relação > ao plano de sua órbita? Dirá você: Que órbita? E eu direi: Aquela mesma > que existia na mecânica quântica primitiva de Bohr e que > misteriosamente foi colocada debaixo do tapete e substituída por uma > equação matemática sem significado físico qualitativo. ?! Como disse ?! O conceito de orbita permanece lá. A unica coisa que acontece é que não se usa para fazer contas . O que se usa é o conceito de orbital : orbita quantizada em energia. ( o mesmo acontece , para a terra e demais planetas. A orbita não é qq , ela obedece a uma quantificação. embora não se saiba bem pq ... ) > > Mas eu não sou estudante de Física :-) > > aquilo que sei da Teoria da Física é por curiosidade própria... > Então és um autodidata! Ora, viva!!! Assim como Carnot, Young, Mayer, > Galvani, Blair, Gilbert e tantos outros. Não chamaria autodidata pois estudo neste ramo , e muito menos me compararia com esses senhores. Mas como disse Young : "Qualquer homem pode fazer o que outro homem já tenah feito antes" :-)) Embora não seja minha intenção fazer o mesmo que eles. > > Por exemplo em F = dp / dt vejo um fenómeno, em F = ma, não :-)) > Sim, mas de qualquer forma a segunda não deixa de ser um caso > particular da primeira, para m = constante. Assim como PV = K é um caso > particular de PV = nRT para n e T constantes. Ou seja, se aplicar K > como constante universal dos gases, estarei cometendo erro do mesmo > tipo. É claro que se tiver que memorizar uma das fórmulas, optarei pela > mais geral. Por outro lado, mesmo para m variável, a expressão deve ser > utilizada com muito cuidado, pois F não é qualquer força e sim a força > resultante. Então, as equações, por si só, não nos dizem nada. claro que não ... tem de haver uma legenda :-) E é nessa legenda que entra a compreensão do fenómeno. > > >Ou seja, com essa idéia > > > fluidificou-se a noção de partículas, de forma que ela não pudesse > > > assumir características do tipo "spin", > > A qual eles desconheciam.... não se pode fazer omeletas sem ovos > Sim, mas porque conservar a ignorãncia se as partículas já foram > descobertas? Da mesma forma que abandonamos a idéia de calórico, vamos > também abandonar a idéia de fluidos elétricos, pois hoje temos > experiências a nos mostrarem que essas partículas existem e são dotadas > de giro. Algo está a faltar... lembro-me que tb , os electrões são fermiões ( spin facionário ) e que isso os impede de terem o mesmo estado, contudo em electricidades assume-se que eles ocupam o mesmo estado. Por outro lado , temos os pares de Cooper... dois elestrões juntos , rodando em torno de ponto comum que formam um bosão (ocupam obrigatóriamente o mesmo estado ).. eles fazem isso pq têm spin diferente .... não sei... pode ser um caminho. > > MAS tu , nem ninguém, pode esperar saber se é uma onda ou não. > > A realidade tal como é não pode ser conhecida. > A realidade última talvez não, pois ela deve ser de natureza > metafísica. Mas quem disse que estamos próximos dessa realidade? Eu nãome referia a essa realdiade metafisica. Referia-me à realdiade física , mesmo. A realidade em si é unica ,mas cada observador tem dela uma representação diferente A nossa representação não pode pretender ser a realidade em si. Quando se diz "o electrão é uma onda" não mais é que "a nossa representação da realidade , para este caso especifico , é a de uma onda" É como olhar para um flor. Um humano verá uma coisa, e para a mesma flor , uma abelha verá outra. > É sob > esse aspecto que digo que os físicos quânticos são muito pretensiosos e > julgam-se os donos únicos da verdade. E não obstante, manipulam > essa "verdade" a seu bel prazer; alguns até mesmo com a finalidade de > enganar o leigo que compra seus livros, como tens denunciado em msgs > anteriores. Desde o primórdio dos tempos que as pessoas tentam conhecer o universo. E N modelos foram apresentados , dos quais muitos poucos chegaram até aos nossos ouvidos. Muita fantasia foi dita ,e muitos sonhos foram criados. Estes são apenas mais uns... agora com forma de "ciencia" ... isto é assim pq a ciencia está an moda... quando era a religião que estava na moda , os modelos eram baseados nela... é o mudar dos tempos e das vontades , como diria Camões.... Isto não é de estrnhar , e muito menos é de estranahr que o publico em geral ouça , coma e devore este tipo de coisas . Mas isto não é ciência ... é ficção .. chamam-lhe ficção cientifica , mas é ficção mesmo assim .... > > Se usares a partícula não podes explicar interferências, e se usares > > onda não podes explicar choques. > Não é verdade. E é por isso que insisto na existência de um campo > (elétrico, magnético ou gravitacional) independentemente do conceito de > partícula. Ou seja, um campo criado pelo nada.. isso é melhor que o vacuo quantico :-)) >Da mesma maneira que um imã age sobre outro sem se tocarem, > duas partículas podem interferir uma com a outra sem se chocarem (no > sentido de trombada). Mas claro.Eu nunca disse que não. Eu só disse que podias aceitar o modelo dos choques. Nada te o obriga a fazer. > > A esta altura do campeonato, quem ler tudo isto, já deve ter percebido > > que a Luz desempenha um papel , vamos dizer central , nisto tudo. E de > > facto desempenha. > Sem dúvida. Será que alguém chegou até aqui? :-)) Daqui-lo que é a minha parca experiencia , Duvido que tenham sido muitos. 1 ou 2 no máximo ( tirando nós , claro ). > > O "problema" quanto a mim é compararmos propagação de campos (luz) com > > propagação das partículas que os criam. > Concordo, apenas lembrando que nem todo campo é luz e que não é > impossível que a luz tenha também um outro componente que não seu campo. impossivel nada é , mas é bastante dificil que assim seja. A luz , é campo electromagnético , onde o campo electrico e o magnético se relacionam de uma certa forma. claro que nem todo o campo é luz , o gravitico por exemplo é capaz de não ser... mas que a luz seja algo masi que campo ... não sei ... isso tb parece ficção. > > E ai é obvio que as partículas não podem viajar mais depressa que o > > campo que criam. > Sim, mas para "enxergarmos" essa realidade precisaremos decifrar a > natureza íntima da matéria. Se o princípio da incerteza for verdadeiro > jamais atingiremos esse intento. não me parece que o Principio de Incerteza impeça anda. Já sabemos à muito tempo que não temos exactidão infinita. > > Não percebo pq se faz um bicho de 7 cabeças de uma coisa tão simples > > quanto o Principio de Incerteza. > > "Incerteza" não implica desconhecimento. Isso que fique claro. > Certamente não. Implica em impossibilidade de que se obtenha > conhecimensos mais refinados. não vejo como. > Implica em se aceitar passivamente que é > impossível conhecer-se a natureza íntima da matéria. Isso antes mesmo > de termos chegado às impossibilidades de natureza metafísica. não vejo como. > > Qualquer medição Física tem uma incerteza > > E isto é aplicado mesmo em física clássica. > A incerteza da física clássica não tem nada a ver com a incerteza da > física moderna. Tem sim. Medições , são Medições. em qq parte da física. >A primeira não impõe limites discretos, pois em teoria > estes sempre podem ser superados. A segunda postula a ignorância. Estás a exagerar. > 2) Heisenberg admitiu implicitamente, em sua teoria, que a posição de > uma partícula somente podia ser determinada através do choque seguido > da observação de propriedades de outra partícula. Acredito que ninguém > o criticou por este ângulo pois este "a priori" é aceito, > inconscientemente, por quase todos os físicos modernos que estudam > partículas. Eliminado este "a priori", este tipo de indeterminação cai > por terra. Vide > www.geocities.com/CapeCanaveral/Lab/9378/Eletron2/incerteza3.htm a aplicação da maetmática apartir de postulado simples como é a sobreposição de ondas , ( transformada de forrier ) leva aos mesmso resultados , sem que seja preciso medir nada com particulas que chocam. Ou seja, o principio de incerteza advém de moldares uma particula (localizada no espaço ) apartir de ondas de várias frequencias espaciais ( não localizadas no momento linear ) O princpio de Incerteza DpDx >= h / 2 pi diz-me que se eu tiver um erro de digamos 1 milimetro na posição da particula o erro minimo que posso cometer em relação ao seu momento é Dp = h / (2 pi * 0.001 ) =10 ^ (-31) kg m / s = 0.0000000000000000000000000001 Kg m /s Ora, qq experiencia obtêm erros superiores a este E isso está de acordo com o principio de Incerteza . Para pormso em duvida o principio teriamos de ter uma exactidão de 31 casas décimais... isto é demasiado para a tecnologia actual . Por isso , na prática o principio de incertza não interessa nada ,e pode ser completamente desprezado. Temso erros com 6 , 7 casas e já nos damos por satisfeitos. > > Neste referencial a luz é curva e o espaço é plano. > > Agora coloca-te no referencial da luz. A partir deste referencial vez > > a luz plana e o espaço curvo. > Sinceramente, não consigo executar essa proeza. :-)) Por aceitar a > física clássica, não vejo diferença, a não ser quantitativa, entre > colocar-me no referencial da luz ou no de um automóvel em movimento. O automovel não se propaga igualmente em todas as direcções , apenas em uma unica. > Por outro lado, quando tento iludir-me a ponto de aceitar a física de > Einstein vejo, como Einstein, que é impossível colocar o referencial > lado a lado com a luz. Nestas condições, não tenho um espaço curvo, mas > uma situação fisicamente absurda. Por outro lado, quando tento > raciocinar matematicamente, ou enxergo um espaço com três dimensões, ou > vejo-me como um indivíduo de três dimensões, e portanto vivendo num > mundo tridimensional, locomovendo-me sobre uma superfície curva (a face > da Terra). Jamais consigo ver o espaço curvo, por mais que me > apresentem equações que extrapolam a idéia de dimensões reais (ponto = > 0, linha = 1; superfície = 2 e espaço = 3) para dimensões extranaturais > (n > 3). Reconheço que minha visão a respeito é bastante limitada > mas... que posso fazer? Não precisas de recorrer a 4 dimenções para ver o espaço curvo. P.S. Quanto às referencias ao teu site , terei de ver com mais tempo ... por agora é isto que tenho a fizer.