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TEORIA NUCLEAR

 

Luiz Carlos de Almeida

© 2009...............

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INTRODUÇÃO 

 

A grande conquista, até o século 20, foi a eletricidade. Todos os cientistas faziam experimentos tentando encontrar respostas para  os fenômenos que se apresentavam e não tinham uma explicação científica plausível, quase sendo considerados fenômenos divinos.

Os êxitos foram alcançados, criando princípios que nos faziam entender o mundo microscópico, nascendo gerações  e gerações de cientistas com grande volúpia para perseguir o idealismo de se compreender o universo. Somada a esta constante busca pela verdade, a ciência conseguia cada vez mais sucesso. Chegou-se a acreditar que tudo que fosse sobre física já possuía uma explicação, mas, como os elétrons foram considerados como responsáveis por todos esses fenômenos, o núcleo atômico ficou esquecido, assim os elétrons foram responsabilizados pelo que faziam e pelo que não faziam.

Numerosos experimentos já tinham uma presunção da influência dos elétrons nos mesmos. O núcleo Atômico era uma  incógnita. As teorias de eleição dos elétrons contribuíram para manter o núcleo atômico como um grupo coadjuvante nos acontecimentos do universo. Mas não foi somente o grupo núcleo atômico que ficou afastado do teatro universal pois, o que dizer de uma partícula que, por não aparecer muito, foi renegada ao plano de decadente, o posítron, ou melhor, a antimatéria, que foi jogada ao esquecimento, na sua própria sucumbência.

Outros atores, por serem muito pequenos e terem uma “relação discreta” com a matéria, não foram considerados principais, o neutrino e o antineutrino, pequenos notáveis neste processo fundamental de formação do universo.

Neste Trabalho busco quantificar os reais valores destes atores.

 

 

 

 

PREMISSAS PARA A PROPOSIÇÃO DE UM NOVO MODELO NUCLEAR

 

Desde quando descoberta a antimatéria, na figura do posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria são muito peculiares, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos.. A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos, dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.

Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá. Bastava, então, conseguir decifrar estas premissas, que deveriam ser verdadeiras . Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem daria massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto dessa união. Assim, podemos acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron. Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV em um sentido e que, em sentido contrário, ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituído, na verdade, por 02 raios com energia cinética de 0,255 MeV cada, mas que, tal emissão era um neutrino do muón e um antineutrino do muón, então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 substância magnética negativa com 01 substância magnética positiva e que não possuía massa, por estas substâncias/energias não terem ação do neutrino e do antineutrino. O elétron teria que ser formado por 02 substâncias magnéticas negativas e o posítron por 02 substâncias magnéticas positivas. Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, "X", ultra violeta, espectro visível...etc.) Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, fazia com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , que gira em movimento de rotação em torno do núcleo, e em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico. Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares. Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade, produzida pela energia escura, impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles. Na interação de um elétron e um posítron livres, a aniquilação da matéria não ocorre, pois, o que ocorre é a perda da condição de matéria pelo destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da substância/energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa. A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein (E=mc2). As radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão transferindo energia cinética, nas suas interações, passando por todo o espectro das radiações eletromagnéticas, até se transformarem em energia escura, uma das formadoras do espaço, pois o espaço em sentido amplo é a somatória de energia escura mais matéria escura mais matéria (que é matéria e antimatéria). Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas. A matéria e a energia são intercambiáveis, mas não da maneira como atualmente entendemos.

Neste trabalho conseguimos mostrar que:

1. Não ocorre a quebra de simetria de paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria.

2. Não ocorre a quebra de simetria de carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons.

3. Não ocorre a quebra de simetria da conservação da energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim são produtos das interações entre elétrons e posítrons e na maioria dos casos a nível nuclear.
 

                                                                                                Luiz Carlos de Almeida

                                                                                                                               12/2008

 

 

 

TEORIA NUCLEAR


Luiz Carlos de Almeida

Breve histórico

O próton tinha acabado de ser descoberto com “carga elétrica positiva”, e foi considerado partícula elementar, então, toda análise atômica se baseou na premissa deste próton ser uma partícula fundamental elétrica, o que não é real, pois, este próton é um aglomerado de “partículas” magnéticas, o que não foi considerado na época. Na mesma época, descobriu-se o nêutron, de carga elétrica nula, considerado partícula elementar e que também é um aglomerado de “partículas” magnéticas.

Um experimento executado na época do descobrimento do próton e do nêutron provou matematicamente que, não era possível, ter elétrons no núcleo, pois, este teria que ter uma força imensa, o que seria bastante improvável, pois, o próton era considerado uma partícula fundamental e o elétron no núcleo,

Neste experimento, não foi pensado que o elétron poderia ser parte integrante da formação do proton ou do nêutron e sim existindo independentemente no núcleo.

Também, não foi levado em consideração que os elementos químicos existentes, não surgiram na terra e sim em interiores de estrelas, e que as forças responsáveis pela formação do átomo, não se encontravam na terra.

Por essas questões, desde esta época, não foi levado em consideração a existência de elétrons e posítrons na formação do próton e do nêutron.

Foi pensado que seria impossível vir do núcleo atômico, um elétron e um antineutrino, no caso da desintegração beta (-), pois este núcleo sendo positivo, como um elétron poderia sair deste núcleo e também como explicar a saída do núcleo, no caso da desintegração beta(+), de um posítron e um neutrino, ou seja, como sair da matéria a antimatéria, já que e a mesma estava praticamente desaparecida (sucumbência da antimatéria)

Para explicar esses decaimentos Beta(-) e Beta (+), deste núcleo, foi formulada uma teoria chamada teoria eletrofraca, que tenta explicar, por meio de bózons de calibre, ou seja, mediadores de força, o que de fato acontecia nestas desintegrações.

A teoria foi aceita, pois, conseguia-se, assim, validar o modelo nuclear padrão e com isto, a Ciência admite a quebra das simetrias de carga e de paridade.

Esta teoria, mesmo aceita, não conseguia unificar mundo microscópico com o mundo macroscópico, ou seja, não era válida, ao mesmo tempo para ambos.

Este fato demonstra que alguma coisa nessa teoria estaria equivocada e muito provavelmente teria que ser alterada para que se estabelecesse como o núcleo atômico é realmente formado e se ter somente uma lei universal para o mundo microscópio e o macroscópico.

 

PROPOSTA PARA O MODELO NUCLEAR:

Os produtos dos decaimentos foram observados e cada uma destas “partículas”, que saía do núcleo, foram consideradas, partículas presentes no núcleo, na formação do núcleo atômico, quais sejam, o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino e assim foi montado o novo modelo atômico, e este mesmo modelo, à medida que foi tendo consistência, serviu para através dos resultados, demonstrar o que ocorria, sendo aprimorado e confirmado.

Tem-se que considerar, que apesar do que será proposto, para o mundo microscópico do átomo, a formação do modelo atômico ocorreu em condições de elevadíssimas forças, gravitacionais, no interior de estrelas, e que provavelmente esteja ocorrendo formação de núcleos, átomos, desintegrações, radiações, em demais eventos semelhantes.

Não foi formulado primeiramente o modelo nuclear, mas a partir do que ocorria nos processos de desintegração nuclear, e por acreditar que, na simplicidade das explicações científicas, que conhecemos os maiores segredos do universo, foi percebido que o modelo nuclear teria que ser proposto com o que se tinha: uma “partícula” dual negativa (o elétron), uma “partícula” dual positiva (o posítron) e partículas neutras (neutrinos e antineutrinos).

Como o elétron possui a mesma massa do posítron, apenas magneticamente complementares, percebe-se que o posítron deveria ser juntamente com o elétron uma das “partículas” precursoras dos átomos, e que, pela análise das diversas desintegrações nucleares, o neutrino e o antineutrino, também seriam partículas elementares, e também, entrariam na composição de todos os demais elementos.

Mas existe um problema, pois, quando em contato a matéria e a antimatéria ocorre o processo de “aniquilação”, e assim, torna-se difícil imaginar que a união, entre elétrons e posítrons, estão na formação dos prótons e dos nêutrons. Mais difícil ainda, imaginar que a união do pósitron e do elétron produz como resultado todas as radiações eletromagnéticas e estas radiações produzam como resultado a energia escura e a matéria escura.

 

 

O NOVO MODELO NUCLEAR

 

Analisando parte da teoria de Higgs, que considera que alguma partícula daria massa à energia e que, quando um posítron surge, logo ele interage com um elétron produzindo um raio de radiação eletromagnética de 0,511 MeV de energia cinética e um outro raio de 0,511 MeV de energia cinética, de sentidos contrários, sendo que este último raio, na verdade são 02 raios, porém diferente da radiação eletromagnética que não possui massa, estes 02 raios são massivos, representado pelo neutrino e antineutrino do muón.

Foi montado um Modelo Nuclear baseado nesta premissa e neste evento chamado de “aniquilação de um posítron e um elétron”, e pelo fato que, não é somente o núcleo atômico que possui massa, pois o elétron também possui massa e que este mesmo elétron tem uma “leve interação” com o neutrino, então, este neutrino seria o responsável  em criar um campo de massa ao elétron, e que por analogia, o antineutrino criaria um campo de massa ao posítron, e que, nas uniões elétrons – posítrons na formação do próton e do nêutron, teria que ter a interações dos neutrinos e dos anti-neutrinos criando campos de massa aos elétrons e posítrons destes aglomerados, e que, para superar o problema da “aniquilação”, esta união teria que ocorrer sobre elevadas forças, o que realmente ocorre no interior das estrelas. Então, estas forças fizeram com que a matéria e a antimatéria ficassem agrupadas, sem que se aniquilassem quando estáveis, pela força magnética de união. Essas forças levaram o elétron e o posítron, a ficarem contidos, mas se ocorrer um aumento da massa nuclear, ocorrerá desequilíbrio de forças no núcleo, com diminuição da força magnética de união (força de atração magnética) e a transformação da matéria em energia ocorrerá para restabelecer este equilíbrio. Este processo de equilibrar o núcleo ocorre por “aniquilações” entre elétrons e posítrons, com formação de radiação gama, e dependendo do grau de instabilidade, pode ocorrer conjugado a estas aniquilações, a saída do núcleo, de elétrons, posítrons, partículas alfa, prótons, nêutrons, neutrinos, antineutrinos, que saem do núcleo em forma de raios: gama, beta (+), beta (-), alfa, emissão de nêutrons, radiação protônica, neutrinos e antineutrinos, como pode ocorrer, também, a captura de elétrons e o desencadeamento de vários eventos, já citados, a partir desta captura.

A força de união entre os elétrons e posítrons é de natureza magnética elementar, no sentido da busca do elementar negativo pelo elementar positivo, e vice versa. Esta união magnética elementar é muito grande, pois, o núcleo em relação a eletrosfera é diminuto e mesmo com uma distância muito grande deste núcleo, a atração de 01 posítron a mais no próton, exerce bastante força, em relação ao elétron, que circula o núcleo atômico em busca do magnético elementar positivo internalizado no próton e este magnetismo duplo entre posítron a mais  dos prótons e elétrons da eletrosfera provocam o giro do elétron ao redor do núcleo e o giro no seu eixo, já que pelo modelo proposto o elétron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas negativas, dando-lhe uma forma não esférica, mas com o giro apresenta-se circular. Os spins dos elétrons são definidos pelas interações das forças magnéticas deste núcleo (posítrons a mais nos prótons) e suas interações magnéticas com o magnetismo dos outros elétrons.

Na formação do próton e do nêutron esta força forte magnética exerce grande união entre os posítrons e elétrons unidos no núcleo atômico. Esta força de união entre os elétrons e os posítrons é característica para cada elemento químico, pois dependa da massa nuclear. A cada aumento de massa nuclear, a partir do processo de fusão nuclear, haverá a reestruturação dos vetores da força magnética de união para a coesão dos novos prótons e nêutron do novo núcleo atômico.

Como a massa de um Próton é de aproximadamente 1836 vezes a massa do elétron, e como neste modelo teremos, além da aproximação, um número elevado de neutrinos e antineutrinos, que possuem uma massa mínima, e estão somados à massa do elétron e do posítron, considerei um modelo que teria um Próton com 1835 partículas magnéticas (918 Pósitrons + 917 Elétrons) mais 1835 partículas neutras que dão massa às partículas magnéticas (918 antineutrinos+ 917 neutrinos).

É de se observar que, este posítron a mais no próton, dá a positividade magnética a todo aglomerado próton e que a mesma quantidade de posítrons e elétrons no aglomerado nêutron, o deixa magneticamente estabilizado.

Para este novo modelo atômico, as partículas fundamentais seriam: a substância/energia magnética negativa (que forma o elétron, pois é formado por 02 substâncias/energias magnéticas negativas com o campo de massa produzido pelo neutrino), a substância/energia magnética positiva (que forma o posítron, pois é formado por 02 substâncias/energias magnéticas positivas mais o campo de massa produzido pelo antineutrino), o neutrino do elétron e o antineutrino do posítron.

Como demonstrado na esquematização das partículas fundamentais (a substância/energia magnética positiva, a substância/energia magnética negativa, o neutrino do elétron e o antineutrino do posítron), existe apenas um tipo de neutrino e antineutrino, pois o neutrino do muón é apenas o neutrino do elétron produzindo o campo de massa em 01 substância/energia magnética negativa e o antineutrino do muón é o antineutrino do posítron produzindo o campo de massa em 01 substância/energia magnética positiva, e também que o elétron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas elementares negativas, pois cada neutrino (do elétron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 substâncias/energias magnéticas negativas.

O posítron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas elementares positivas, pois cada antineutrino (do posítron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 substâncias/energias magnéticas positivas.

O que faz com que o neutrino e antineutrino do muón sejam considerados diferentes do neutrino eletrônico e antineutrino positrônico, é a característica do neutrino e antineutrino produzirem, por vibrações, campos de massa às substâncias/energias magnéticas que circulam. Quando únicas, neutrino e antineutrino do muón, se duplas, elétron e posítron.

 

 

Esquematização das substâncias/energias magnéticas (negativa e positiva) e seus campos de massa produzidos pelos neutrinos e antineutrinos


 

·       

 

 

Esquematização da dualidade constitucional do elétron e do posítron

 

Esquematização das características de dualidade estrutural do elétron e do posítron, pois, são formados por 02 substâncias/energias magnéticas elementares, que são intercambiáveis nos processos de interações destas partículas duais, tanto entre elas, como entre elas e as radiações eletromagnéticas, também estruturalmente duais. 

 


 

 

MODELO NUCLEAR PROPOSTO

 

No novo Modelo Nuclear, ocorre união em força forte (de origem magnética) entre os pósitrons e os elétrons, o que foi possível em ambiente estrelar, pois, em condições normais, ocorreria o processo de “aniquilação“ da matéria, que é a característica deste encontro. Ocorreu, então, a formação do Próton, e a partir da formação do próton, todos elementos químicos conhecidos foram formados.

 Outro fato a considerar, é que o número de pósitrons e elétrons foram deduzidos da massa do Próton do hidrogênio, em relação ao elétron e como esta massa é uma aproximação e que pelo que é proposto, como os neutrinos e antineutrinos que produzem os campos de massa aos posítrons e elétrons, suas massas, apesar de muito pequenas, estão somadas aos mesmos, por isso foi considerado o número de 917 elétrons + 918 posítrons e por seguinte 917 neutrinos e 918 antineutrinos.

 

“Para o Modelo Nuclear proposto, o que é crucial, é que o número de positrons no próton seja superior em 01 em relação ao número de elétrons, pois, a cada elevação de massa atômica dos elementos químicos, os prótons e nêutrons terão em suas formações menor número de posítrons e elétrons, devido ao processo de aniquilação (defeito de massa), para restabelecer o equilíbrio entre a quantidade de massa nuclear e a força magnética de união (atração)."

 

 Considerando um núcleo de hidrogênio que possui um núcleo de um próton, o modelo proposto é (esquematização linear, mas o conglomerado próton possui dimensão espacial): 

 


                  

Observa-se que o magnetismo de todos elétrons estão neutralizados pelos posítrons, restando apenas um pósitron a mais, fazendo com que o aglomerado de "partículas", chamado de próton, seja magneticamente positivo.

A atração do elétron pelo próton é uma atração magnética recíproca do elétron e do posítron a mais do próton, e não atração elétrica, pois a eletricidade se forma quando o elétron gira (em torno do seu eixo) ou em torno do núcleo.

Voltando ao elemento químico hidrogênio, nota-se que para estabilizar a positividade magnética do posítron a mais, gira 01 elétron na eletrosfera do hidrogênio estabilizando o átomo  magneticamente.

Considerando que o número de elétrons e positrons no hidrogênio é: (elétron = 917  +   1 da eletrosfera  = 918  /  posítrons = 918)  e de números iguais de neutrinos e anti-neutrinos ( Vê-   =   917   +  1 do elétron da eletrosfera   =  918   /  Vê+  = 918). Nos outros elementos químicos esta igualdade permanece, mesmo não sendo o mesmo número de posítrons e elétrons do hidrogênio, porque a cada fusão nuclear para produção de um outro elemento com número atômico maior, há aniquilação de aproximadamente 0,71% desta matéria (defeotp de massa). Assim não houve a quebra da simetria da paridade (entre a  matéria e da anti-matéria).

No universo tudo é formado de matéria e antimatéria em quantidades exatamente iguais. Assim não houve a sucumbência da antimatéria e sim ela é 50% do que hoje chamamos de somente matéria.

 

 

ESTABILIZAÇÃO NUCLEAR

 

Todo decaimento tem uma razão de ser, uma delas é a liberação de massa por processos de aniquilação que ocorre para equilibrar a quantidade de massa nuclear, em relaçao à força magnética de união entre elétrons e posítrons.

Nas estrelas, onde os elementos químicos vão sendo produzidos, à medida que estas estrelas produzem elementos químicos com mais massa nuclear, em processos de fusão nuclear, ocorrem processos de aniquilação entre elétrons e posítrons, para ocorrer diminuição do número dessas partículas na estrutura dos nêutrons e prótons e a distribuição de vetores de força magnética entre posítrons e elétrons e entre alguns posítrons e elétrons de novos prótons e nêutrons, para mantê-los coesos no núcleo atômico.

Esta aniquilação produz radiações eletromagnéticas (união magnética entre 01 substância/energia magnética positiva com 01 substância/energia magnética negativa), com energia cinética e "matérias" (neutrinos e antineutrinos do muón com energia cinética).

O processo de aniquilação mantém o equilíbrio entre a força magnética de união e a quantidade de massa nuclear. Esta força de união (Força Forte de atração) entre os elétrons e posítrons é de característica magnética, onde as "partículas" negativas se unem às "partículas" positivas em uma interação magnética de contato. Estes núcleos, quando estáveis, mantêm-se com elétrons e posítrons em união magnética, sem que ocorra o processo de aniquilação, que é uma característica dos elétrons e posítrons quando se encontram. O neutrino e antineutrino possuem capacidade de dar massa, através de vibrações, a uma quantidade máxima de 02 substâncias/energias magnéticas, que é elétron (02 substâncias/energias magnéticas negativas) e de 02 substâncias/magnéticsa, que é o posítron (02 energias magnéticas positivas).

O núcleo do hidrogênio está em equilíbrio com a quantidade de elétrons e posítrons (de 917 elétrons e 918 posítrons) com seus respectivos neutrinos e antineutrinos. Esta relação mantém-se estabilizada pela força magnética de união entre os posítrons e elétrons e a massa nuclear, de tal modo que não ocorre o processo de aniquilação, assim, o hidrogênio possui o próton com o maior número de posítrons e elétrons na sua constituição, consequentemente com maior força magnética de união entre posítrons e elétrons e cada elemento químico possui cada próton e cada nêutron com número de elétrons e posítrons maior que um elemento de massa nuclear maior.

Quando o núcleo possui mais de um próton surge necessidade do aparecimento do nêutron para contra balancear a repulsão magnética dos prótons, por serem magneticamente positivos.

Um acréscimo de mais massa ao núcleo, como por exemplo, no processo de fusão nuclear da cadeia PP-I, que ocorre no Sol, pelo acréscimo de matéria ao núcleo (formação de 01 hélio-4, a partir de 04 núcleos (prótons) do hidrogênio), tem como conseqüência um divisão dos vetores de união magnética entre os posítrons e elétrons, para ligação dos novos prótons e nêutrons que irão formar o novo elemento químico, quebrando a relação de equilíbrio, ocorrendo o processo de aniquilação onde ocorre o destacamento do neutrino do elétron com 01 substância/energia magnética negativa (metade da substância/energia magnética do elétron - neutrino do muón), e do antineutrino do posítron com 01 substância/energia magnética positiva (metade da substância/energia do posítron - antineutrino do muon), e o restante da energia do elétron e do posítron em união, são também liberados do núcleo atômico em forma de Radiação gama (y), ocorrendo o processo de “aniquilação de pares”, em um número tal, que o núcleo atômico volte a ficar estável, para a nova estrutura.

Neste processo de “aniquilação” ocorre a liberação de radiação eletromagnética (substâncias/energias magnéticas - 01 positiva em união com 01 negativa), com energia cinética e de matérias (neutrino do muón - 01 substância/energia magnética negativa com campo de massa produzido pelo neutrino do elétron e antineutrino do muón - 01 substância/energia magnética com campo de massa produzido pelo antineutrino do posítron.

Esta radiação gama é, portanto, a metade da energia do elétron (01 substância/energia magnética negativa) juntamente com metade do posítron (01 substância/energia magnética positiva), formando um par de substâncias/energias magnética,s positiva-negativa (polo positivo e polo negativo) magneticamente estabilizadas. Esta energia se propaga na sua velocidade (velocidade da radiação gama) com uma energia cinética de 0,511 MeV.

Em núcleos com massa muito elevada, quando ocorre o choque entre o elétron e o posítron, a radiação gama pode sair do núcleo como 02 radiações gama (de energia cinética menor, por possuir massa elevada) mais um neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron.

Outra observação importante é que estas energias dos raios gama (y) estão em união magnética (o polo positivo juntamente com o polo negativo).

 

 

DETECÇÃO DE MATÉRIA “ESTRANHA” EM RAIOS CÓSMICOS

 

Estas matérias “estranhas” que estão sendo descobertas nos eventos de raios cósmicos são na verdade partes de matéria resultante de explosões de estrelas em processos de fissão nuclear.

Considerando o modelo proposto, todas estas “famílias” descobertas nas últimas décadas são partes de nêutron supermassivo (possui uma quantidade extraordinariamente elevada de posítrons e elétrons em sua estrutura), que ora se apresentam positivos (quando apresenta 01 posítron a mais), ora se apresentam negativos (quando apresenta 01 elétron a mais – como é o caso do muón que apresenta a massa 207 vezes a massa do elétron – seria então 104 elétrons e 103 posítrons). 

Esses raios cósmicos são provenientes da explosão de super novas, constituídas de um único nêutron supermassivo que, devido à imensa força gravitacional, provocada pela competição energia escura e massa atômica, mantém a união em números elevadíssimos de posítrons e elétrons, o que justifica também, elementos com massas superiores aos átomos do nosso sistema solar, por exemplo tau, que é muito maior que um próton ou um nêutron conhecidos, mas são constituídos das mesmas substâncias/energias e partículas elementares que existem no universo (substância/energia magnética positiva, substância/energia  magnética negativa, neutrinos e antineutrinos)

Devido estas "matérias estranhas" serem resultantes de explosões de estrelas e a força gravitacional desta estrela, que mantinha esta estrutura imensa, elas não possuem estabilidade fora desta força de gravidade e, por este motivo, se desintegram rapidamente pelo choque entre posítrons e elétrons, produzindo grande quantidade de radiação gama (y) neutrinos e antineutrinos e, por vezes, elétrons e posítrons.

Não há que se falar em estranheza, pois é a mesma matéria que conhecemos, ou seja, a mesma “matéria e antimatéria” em sua constituição. 

 

 

OS BÓSONS DE CALIBRE

 

A Teoria atual:

A descoberta das partículas de mediação, nomeadamente dos bosons intermediários W+, W‾ e Zº em 1983 foi, sem dúvida, um acontecimento impar na história da Física, já que os mesmos tinham sido previstos pela Teoria Electrofraca elaborada pelos físicos Weinberg, Glashow e Salam, entre outros, para unificar numa única explicação duas das quatro forças fundamentais da matéria nos seus limites.

Os bosões W e Z são pois os mediadores da Força Nuclear Fraca ou Interação Fraca responsável pela radioatividade, tal como o Foton é o mediador da Força Electromagnética que liga os elétrons ao núcleo e os átomos nas moléculas e que, além disso, é responsável por todo o espectro electromagnético, desde os raios gama às ondas hertzianas de rádio, passando pela luz, raios X, radiação ultra-violeta, e infra-vermelha.

As massas destas partículas são extremamente maiores que as das restantes partículas, sendo da seguinte ordem de valores:

W+ = 140.000 x 10‾34 g com carga zero e 10‾25 segundos de vida.

W = tem a mesma massa inerte e a mesma carga e instabilidade.

Zº = 162.000 x 10‾28 g. e igual carga e instabilidade.

A questão que qualquer um coloca é como é que estas partículas com uma massa inerte relativamente elevada quando comparada com a massa quase zero do foton podem ser unidas na mesma teoria eletrofraca e produzir tanto a radioatividade como o espectro electromagnético?

A explicação é dada pela sua instabilidade ou curta vida. Decaem rapidamente para dar outras partículas.

Bosons de Calibre: São  bósons mediadores das  interações fundamentais da natureza. Em outras palavras partículas fundamentais, cujo comportamento é descrito por teorias de calibre. No modelo padrão, existem três tipos de bósons de calibre:

·        Fótons, mediadores da interação eletromagnética;

·        Bosons W(-), W(+) e Z°, mediadores da força nuclear fraca;

·        Gluóns, mediadores da força forte.

 

 

NOVA EXPLICAÇÃO BASEADA NO NOVO MODELO NUCLEAR

 

Teoria Eletromagnética

 

Fotons:

Pelo modelo apresentado, o fóton é 01 substância/energia magnética negativa de um elétron juntamente com 01 substância/energia magnética positiva de um posítron, já que quando o elétron se junta ao posítron ocorre a separação das substâncias/energias do elétron e do posítron e 01 substância/energia magnética positiva se une a 01 substância/energia magnética negativa (radiação eletromagnética - foton) e 01 substância/energia magnética positiva é emitida com o antineutrino que produz o campo de massa à esta substância/energia e 01 substância/energia magnética negativa com o antineutrino que produz o campo de massa a esta substância/energia.

Tanto a radiação eletromagnética como os neutrinos e antineutrinos do muón saem do núcleo impulsionados por energia cinética que é proveniente da força magnética de união (atração) entre elétrons e posítrons nucleares (a quantidade de energia magnética é inversamente proporcional à massa nuclear), e à medida que estas substâncias/energias magnéticas (radiação eletromagnética) vão diminuindo sua velocidade (diminuindo a sua freqüência), esta energia passa a ser chamada de um outro tipo de energia em movimento eletromagnético, passando a ser radiação X, radiação ultra violeta, chegando à luz visível, do violeta ao vermelho, e continua perdendo velocidade para infra vermelho, micro ondas, ondas de rádio e televisão até perderem sua velocidade e se transformarem em energia escura.

O que pode ser observado. É que não há a aniquilação da matéria e sim a perda da condição de matéria, pela saída do neutrino, que cria o campo de massa ao elétron e a saída do antineutrino, que cria o campo de massa ao posítron, com energia cinética que é determinada pela força de união (de atração) entre estes elétrons e posítrons no núcleo atômico, e juntamente com este neutrino e antineutrino do muón, sai a radiação eletromagnética, que é a união da  substância/energia magnética positiva unida à negativa, com velocidade cinética que é determinada pela força de união magnética entre elétrons e posítrons.

Neste novo modelo nuclear, o fóton não é mediador da interação eletromagnética, e sim substâncias/energias magnéticas formadas por 01 substância/energia magnética positiva unida a 01 substância/energia magnética negativa em movimento (com energia cinética).

 

 

Teoria Eletrofraca

 

Com o novo modelo proposto, não há necessidade de se criar bosons, mediadores de força, para explicar a saída do núcleo de elétrons, de posítrons ou neutrinos e antineutrinos, pois eles realmente estão na formação dos prótons e nêutrons.

 

Boson W-

Pelo modelo nuclear apresentado não existe um bóson vetorial W, com uma massa imensa, carga de -1, para justificar a saída de um elétron de um nêutron.

 

Bosón W+

Mesmo comentário anterior. Não cabe a sua criação para justificar a saída de um posítron de um próton.

 

Boson Z°

Mesmo comentário anterior. Não cabe a sua criação para justificar a saída de neutrinos e antineutrinos do núcleo.

 

 

Teoria Eletroforte (Força Forte de União)

 Gluóns:

Como exposto pelo modelo nuclear apresentado, esta força forte que fez com que os posítrons e elétrons com seus respectivos campos de massa dados pelos neutrinos aos elétrons, e pelos antineutrinos aos posítrons, é uma força magnética de atração magnética entre as partículas duais magnéticas positivas (posítrons) e as partículas duais magnéticas negativas (elétrons).

O que levou que esta partícula/anti-partícula não se transformasse em radiação, conforme acontece com estas partículas duais quando livres, foi justamente as elevadíssimas  forças gravitacionais, provocada pela compressão concêntrica da energia escura nessas estrelas, colocando os elétrons e os posítrons juntos em estado de estabilidade, tanto que quando ocorre alterações neste equilíbrio, estas partículas duais agem como quando livres. È uma força vetorial entre elétrons e posítrons.

Assim, não existem os bosons de calibre preditos pela teoria, pois foi uma adaptação de todo entendimento atômico e suas interações para explicar o que acontecia, só que o modelo atômico padrão e a interpretação das interações magnéticas e elétricas não estavam corretos, e esta teoria, pelo menos, minimizava as inquietações, para questões que não tinham entendimento.

  

 

CADEIA PRÓTON-PRÓTON NA FUSÃO NUCLEAR SOLAR

 

Quando se unem 04 átomos de Hidrogênio, na cadeia PP-I solar, no processo de fusão nuclear provocado pela força de gravidade, resultante da compressão da energia escura, para a formação de 01 átomo de hélio-4, ocorre uma perda de matéria de 0,71%, ou seja, o átomo de hélio-4 possui menos massa que os 04 hidrogênios. Daí concluir-se que esta massa perdeu a condição de matéria no processo de aniquilação para equilibrar a força magnética de união nuclear em relação à quantidade de massa nuclear. Considerando, como o modelo propõe, que o próton do hidrogênio possua 917 elétrons + 918 posítrons totalizando 1835 partículas, e que 04 hidrogênios, então tenha 4 x 1835 partículas, ou seja, 7.340 partículas.

O "defeito de massa" do elemento químico hélio-4, seria 0,71% de 7.340 partículas duais, ou seja, 52 partículas duais. Isto quer dizer que, 52 partículas duais (26 elétrons + 26 posítrons) perderam a condição de matéria no processo de aniquilação. 

Quando um elétron interage com um posítron no núcleo ocorre a emissão de um raio de radiação gama (01 substância/energia magnética negativa  unida a 01 substância/energia magnética positiva, com energia cinética), de um neutrino do muón (01 substância/energia magnética negativa, com campo de massa produzido pelo neutrino, que sai junto com esta energia – com energia cinética) mais um antineutrino do múon (01 substância/energia magnética positiva, com campo de massa produzido pelo antineutrino, com energia cinética).

Cada raio gama (radiação eletromagnética), da transformação de 04 prótons do Hidrogênio em um Hélio – 4, tem uma energia cinética de 0,511 MeV., como são 26 raios, então, são liberadas radiações eletromagnéticas, com energia cinética de 13,286 MeV., ou  seja, 26 raios gama liberados da Cadeia PP-I. Esta energia cinética da radiação é a energia que mantém a energia térmica das estrelas, pois, esta energia é produzida pela força magnética de união (de atração), que impulsiona a radiação (as substância/energias magneticas positiva em união com a negativa) a esta velocidade (energia cinética).

 Os neutrinos e antineutrinos são impulsionados com energia cinética de 0,255 MeV, como são em número de 52 (neutrinos e antineutrinos), temos a quantidade de 52 X 0,255 MeV. = 13,286 MeV. Esta energia cinética impulsiona a radiação e os neutrinos do muón e antineutrinos do muón, ajudando a equilibrar a massa dos núcleos atômicos em relação à força de união magnética.

A energia térmica das estrelas é consequência da transformação da energia cinética das emissões, que se chocam a outros núcleos sendo refletidas, aquecendo o núcleo que reflete tais radiações.

A liberação de energia cinética total da Cadeia PP-I (para a fusão de 04 núcleos de hidrogênio em 01 Hélio – 4) é de 26,572 MeV.

A liberação de massa (perda de matéria – elétrons e posítrons) total da Cadeia PP-I (para a fusão de 04 Núcleos de Hidrogênio em Hélio – 4) é de 52 partículas.

 

 

TEORIA DA ENERGIA DE ALBERT EINSTEIN – E = m.c²

 

Tem-se que considerar 02 tipos de “energias”. A energia cinética (que por interações com a matéria pode transformar-se em energia térmica) e as substâncias/energias magnéticas. A teoria de transformação de matéria em energia de Albert Einstein tem que ser considerada com restrição, pois, esta teoria não considerava que as substância/energias magnéticas perdem a condição de matéria pela emissão dos produtores dos campos de massa, os neutrinos e dos antineutrinos e que a energia considerada pela fórmula, não é proveniente da transformação da matéria em energia. A energia que a teoria consegue quantificar, é a energia produzida pela força magnética de atração dos elétrons e posítrons que é traduzida pela energia cinética, que é a energia que impulsiona a radiação eletromagnética (01 substância/energia magnética positiva + 01 substância/energia magnética negativa , sem os campos de massa), o neutrino do muón (01 substância/energia magnética negativa com campo de massa produzido pelo neutrino) e o antineutrino do muón (01 substância/energia magnética positiva com campo de massa produzido pelo antineutrino).

Observamos que, até os produtos do processo de aniquilação entre um elétron e um posítron, se utilizarmos a fórmula, obteremos o mesmo valor da energia, porém, como explanado neste estudo o neutrino do muón e o antineutrino do muón não se transformaram em energia, como prediz a teoria de Albert Einstein, eles continuam sendo matéria, com velocidade (energia cinética, assim, não há a transformação de matéria em energia quantificada pela teoria de Albert Einstein.

Quanto aos resultados recentes, que afirmam que a fórmula de Albert Einstein está correta, em relação à energia produzida por meio do intercâmbio matéria/energia, está sendo medida em um modelo nuclear errado, em que não está sendo considerado a enorme quantidade de elétrons e posítrons em formação dos núcleos atômicos, e que essa é uma fonte enorme de energia, que as partículas duais magnéticas positivas (posítrons) e as partículas duais magnéticas negativas (elétrons) quando se encontram impulsionam-se, pela energia cinética determinada pela força de atração magnética entre essas substâncias/energias magnéticas complementares (positiva e negativa). Estas substâncias/energias magnéticas positiva e negativa unidas (radiação eletromagnética) não se aniquilam, não se perdem, não são consumidas, não são absorvidas, apenas perdem a condição de matéria pela saída dos campos de massa, deixando de ser matéria por não ter massa, mas continuando como uma espécie de substância/energia que continua existindo, após todas suas interações.

Quando 01 elétron interage-se com 01 posítron , a radiação é impulsionada por esta força magnética, com energia cinética de 0,511 Mev e o neutrino do muón e antineutrino do muón com energia cinética também de 0,511 MeV (0,255MeV cada).

Essa energia de 1,022 MeV não representa a energia da transformação da massa do elétron mais a massa do posítron ,que a fórmula da energia de Einstein quantifica.

Þ energia = massa ( do elétron + do posítron) vezes c2 (velocidade da luz ao quadrado).

Por meio de medições da energia resultante do encontro do elétron com o posítron, Albert Einstein chegou a esta fórmula, que é a fórmula para quantificar a energia cinética deste evento.
Pelo que foi explanado, este resultado não representa esta energia (transformação de matéria em energia) e sim a energia cinética que impulsiona a radiação (substância/energia magnética positiva em união com a negativa) o neutrino do muón (continua matéria, pois é 01 substância/energia magnética negativa com campo de massa produzido pelo neutrino do elétron) e o antineutrino do muón (continua matéria, pois é 01 substância/energia magnética positiva com campo de massa produzido pelo antineutrino do posítron). As radiações eletromagnéticas (substância/energia magnética positiva e a substância/energia magnética negativa, em união), apenas não possuem campos de massa (produzidos pelo neutrinos e antineutrinos) e apresentam energia cinética, de origem magnética, do encontro da partícula dual magnética positiva (posítron) com a partícula dual magnética negativa (elétron), sendo esta uma característica dessas substâncias/energias magnéticas.

A radiação eletromagnética, produto desta interação, é impulsionada com esta energia cinética que vai diminuindo, após várias interações, passando por todo espectro das radiações eletromagnéticas, até se tornar energia escura (as substâncias/energias magnéticas continuam as mesmas, não se aniquilam, não são absorvidas, não são consumidas, não são destruídas).

O neutrino do muón, também não se transformam em energia, pois quando perdem esta energia cinética, continua como matéria escura.

O antineutrino do muón, se interage com o elétron, produzindo 01 radiação eletromagnética, 01 neutrinos do muón e 01antineutrinos do posítron.

É de se observar que, como estes neutrinos e antineutrinos dão massa à energia, estes saem do núcleo dos hidrogênios solares na formação dos hélios – 4, como “neutrinos e antineutrinos do muón”, que na verdade são neutrinos eletrônicos e antineutrinos positrônicos com as substâncias/energias que restou do processo de “aniquilação”, ou seja, um neutrino com 01 substância/energia magnética elementar negativa (com energia cinética) e o antineutrino com 01 energia magnética elementar positiva (com energia cinética), mas que devido às vibrações dos neutrinos e anti-neutrinos, recebem campos de massa e tornam-se partículas.

 

  

TIPOS DE NEUTRINOS

 

Como explicado, que as matérias “estranhas”, não passam de matérias comuns, em que apresentam  partes de neutron supermassivo em vários tamanhos, então, também não existem neutrinos e antineutrinos diferentes da partícula elementar. O que se chama na verdade de neutrino do muón é o mesmo neutrino do elétron com 01 substância/energia magnética negativa.

Devido o neutrino ter a capacidade de criar um campo de massa, à substância/energia magnética, através de vibrações, então, quando o neutrino sai com 01 substância/energia magnética negativa com uma quantidade de energia cinética, esta substância/energia recebe o campo de massa (pela ação do neutrino), dando a impressão de se tratar de um neutrino mais massivo que o neutrino de elétron, por este motivo sendo chamado de neutrino do muón, o mesmo acontecendo com o antineutrino do muón.

Pelo modelo apresentado, não cabe neutrino do Tau, pois o neutrino do muón com mais 01 substância/energia magnética negativa seria um elétron, e o antineutrino do muón com mais 01 substância/energia magnética positiva seria um posítron.

 

 

 

O MOTIVO DO DESAPARECIMENTO DOS NEUTRINOS

 

Na fusão nuclear solar, de transformação do 04 núcleos de hidrogênio em 01 hélio-4, são emitidos 26 neutrinos e 26 antineutrinos com 01 substância/energia magnética negativa e positiva respectivamente, assim, de cada processo de fusão dos núcleos de hidrogênio para a formação de 01 átomo de hélio-4 haveria a liberação de 26 “neutrinos de muón” e 26 antineutrinos do múon.

 

      

 

A relação chegada do neutrino do muón com a chegada de neutrinos do elétron (antineutrino do posítron) na superfície terrestre é de 2 para 1, quando medida, por exemplo, ao meio dia.

Quando feita, a medida de neutrinos no limite do pôr do sol, a relação de antineutrinos do posítron com os neutrinos do muón,  passa a ser de 50% para 50% (ou seja, de 1/1), então é certo que alguns neutrinos do muón sofrem reflexão ao cruzarem a atmosfera no limite do pôr do sol (viajam a mais o raio da atmosfera do que quando é meio dia).

A seguir serão esquematizados os caminhos dos neutrinos do muón e os antineutrinos do posítron, quando a medida é feita em relação ao pôr do sol:

Quando a medida é feita dos que saem da Terra,  após atravessarem a Terra, a proporção passa a ser 3 para 2 , pois ocorrem mais reflexões dos neutrinos do muón–

 

 

  Atualizado até aqui (16/07/2009). Para ler o restante do artigo no formato já atualizado clique nos links pdf ou doc do início desta página.

 

“OSCILAÇÃO DE SABORES DOS NEUTRINOS”

 

Isso explica os motivos das diferenças encontradas nas medições da quantidade de neutrinos que chegam na superfície da Terra, em confrontação com a quantidade de neutrinos que são medidos após atravessarem a Terra.

Quanto à teoria de “oscilação de sabores dos neutrinos”, fica claro que o antineutrino do “muón” (por ser positivo) interage com um elétron, restando um antineutrino do posítron, radiação gama e um neutrino do muón.

Os neutrinos e antineutrinos, que são produzidos nas fusões nucleares do Hidrogênio no sol, são do tipo “neutrinos do muón” pois saem carregados com 0,255 MeV de energia cinética e como os neutrinos e antineutrinos têm a capacidade de criarem o campo de massa ao redor da energia dando massa à energia que carregam (0,255 MeV), parecendo  ser de outro tipo neutrinos e antineutrinos. Os antineutrinos do muón, por carregarem metade da energia positiva, ao serem emitidos, chocam-se com elétrons, se transformando em um antineutrino do posítron, radiação e em um neutrino do muón, e o neutrino do muón emitido da fusão nuclear vem em direção à Terra. Assim chega à Terra 02 neutrinos do muón  e 01 antineutrino do posítron.

Assim, não ocorre a oscilação de sabores dos neutrinos.

 

 

DESINTEGRAÇÃO NUCLEAR

 

Esquematização dos processos de desintegração

 

Apresentação esquemática dos processos de desintegração nuclear, onde o número de pósitrons e elétrons estão reduzidos somente por questões de exemplificação. No caso real, o Próton e o Nêutron possuem um número bem maior de pósitrons e elétrons (este número depende de qual elemento químico, pois, quanto mais alto o número atômico, menor a quantidade de posítrons e elétrons na formação dos Nêutrons e Prótons devido à transformação de matéria em energia, que ocorreu no interior de Estrelas – “Defeito de Massa”).

Em Núcleos com muita massa, a radiação gama (y) pode ser emitida após as desintegrações beta (-) e beta (+), de uma só vez, descarregando uma radiação com  02 raios gama(y), com 0,511 MeV de energia  cinética cada, ou pode emitir a radiação em dois raios separados em forma de cascata, ou seja, um após o outro, ou ainda um e depois de algum tempo o outro, dependendo em que nível do núcleo ocorre o processo de desintegração.

Em Núcleos com menos massa, como ocorre no processo de fusão solar de 04 Hidrogênio em 01 Hélio-4, os neutrinos e os antineutrinos podem sair carregados de energia do núcleo (energia  magnética elementar com  energia cinética - velocidade. Tais eventos não precisam acontecer imediatamente um após o outro, mas para ocorrer é preciso ter as condições determinadas para que ocorram. No caso da Radiação gama (y) não ocorre mudança de elemento químico nem de massa atômica, mas é certo que houve transformação de matéria em energia, reduzindo o número de pósitrons e elétrons e formação de uma radiação.

No Caso da desintegração beta (-) houve a transformação de um Nêutron em um Próton, ocorrendo a mudança do número atômico, e com isto, de elemento químico.

No caso da desintegração beta (+) houve a transformação de um Próton em um Nêutron ocorrendo uma mudança de elemento químico, para um elemento químico de número atômico menor.

Outra observação é que a cada formação de um novo Próton ocorre o aumento de mais 01 Elétron na eletrosfera nuclear e na mudança de Próton em Nêutron, ocorre a diminuição de 01 elétron da eletrosfera.

È de se observar que do Próton, sempre sai o Posítron e do Nêutron sempre sai o elétron e que o Posítron sai juntamente com o neutrino e o Elétron sai com o antineutrino.

O Próton e o Nêutron não são estáticos em suas formações, podendo mudar hora em um, hora em outro, de modo que a estrutura por ser constituída de posítrons e elétrons facilita bastante a readequação estrutural no interior de núcleos instáveis.

Para ocorrer tais eventos, o núcleo atômico está em estado de excitação, provocado pelo excesso de massa nuclear e a conseqüente diminuição da força de união entre posítrons e elétrons ou provocado por excesso de energia cinética (que pode ocorrer pelo aquecimento deste núcleo) e como conseqüência a queima de matéria (processo de aniquilação), para a estabilização nuclear.

A quantidade de transformação de matéria em energia para estabilização das forças nucleares, por vezes, necessita da transformação de vários elétrons e posítrons ou a saída destes elétrons ou positrons juntamente com os neutrinos carregados de energia.

No esquema apresentado foram eliminados do núcleo, por tais processos, 02 Elétrons e 02 posítrons e seus neutrinos e antineutrinos, mas pode ocorrer a eliminação de vários elétrons e Posítrons.

 

CAPTURA DE ELÉTRON

 

 

PROCESSO URCA DE EMISSÃO DE NEUTRINOS

 

O Processo Urca de Emissão de Neutrino descrito por Mário Shenberg e George Gamov, ocorre quando um núcleo captura um elétron da camada K, ou da camada L. para logo depois sofrer uma desintegração Beta (-). Nesta captura como ocorre processo de “aniquilação” de um posítron com um elétron no núcleo, há a liberação de radiação gama

onde:

       e-   +  ( Z, A )        ====>         (Z – 1, A)     +    Ve(neutrino)

 

seguida de um Decaimento B (-)

 

 (Z – 1, A)       ====>        (  Z , A )    +    e-    +  Ve(antineutrino)

 

 

 

NOVA EXPLICAÇÃO PARA O EFEITO FOTO ELÉTRICO

 

Acreditava-se que neste processo o fóton transferia toda a sua energia para um elétron localizado em uma das camadas atômicas, principalmente a K e L, e que as radiações eram emitidas pelas mudanças de níveis dos elétrons, que se reorganizavam para ocupar o loco do fotoelétron, mas o que realmente ocorre é que o raio interage com um elétron, e este elétron recebe parte da  energia cinética do raio, que depende da velocidade do raio, pois, quanto mais veloz o raio, maior energia cinética o elétron irá receber deste raio, este raio permanece com a mesma quantidade de energia magnética elementa,r mas transfere para o fotoelétron energia cinética diminuindo a sua, porém, como é muito próximo ao núcleo, tal energia atinge o núcleo e sofre o processo de reflexão da radiação gama, X e ultra violeta, como explanado na esquematização desta reflexão. Assim a radiação é refletida, independentemente do preenchimento de elétrons de outros níveis de energia. Neste processo de reflexão destas energias, a radiação que atinge o núcleo é refletida com a mesma energia cinética, mas ocorre também, neste mesmo processo a liberação de uma radiação que tem energia cinética característica do núcleo que a emite, pois, a energia cinética deste raio depende da força de união (força forte) entre elétrons e posítrons deste núcleo específico, que é determinada pela relação ente a força forte e a massa nuclear, pois, quanto maior a massa atômica menor a força de união (força forte) e menor o impulso que esta energia magnética elementar vai receber, determinante de sua velocidade.

 

 

NOVA EXPLICAÇÃO PARA O EFEITO COMPTOM

 

No efeito Compton, o raio incidente não perde energia e sim velocidade. Ele não é espalhado por um elétron das últimas camadas, ocorre o mesmo que ocorre com o elétron do efeito foto elétrico próximo ao núcleo. O raio interage com o elétron, há formação de um outro par energia positiva e energia negativa e um novo par energia negativa - energia negativa (que é o elétron) que é arremessado com energia cinética, e esta  energia cinética depende da velocidade do raio e não da sua energia, dada pela nova ligação e desviando o raio com mesma energia e velocidade um pouco menor.


NOVA EXPLICAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE PARES

 

Acreditava-se que a produção de pares de elétrons e posítrons ocorria somente quando fótons de 1,022 MeV passavam próximos a núcleos de elevados número atômico e que  neste caso a radiação  interagia com o núcleo e desaparecia dando origem a um par de  01 elétron e  01 posítron.
 

 

Explicação Anterior

 

Nova explicação para a formação de um elétron e um posítron a partir de Radiação Gama:

 O que ocorre é que a radiação de alta velocidade atinge o núcleo atômico e seu processo de reflexão ocorre de uma maneira peculiar, pois devido a alta velocidade da radiação e a baixa força de união (força forte) entre os posítrons e elétrons deste núcleo massivo, então ao invés de somente ocorrer interação e reflexão da radiação, ocorre uma interação, em que o elétron e o posítron formados, nesta interação são destacados do núcleo atômico.

Este processo ocorre principalmente com a radiação gama, que tem a velocidade capaz de produzir o destacamento do elétron e posítron formados.

Será explanado na esquematização da formação de pares da radiação gama ao interagir com núcleo com massa elevada. Então, a radiação não interagiria com o núcleo e desapareceria, e sim a energia do raio, mais a energia do elétron e do posítron do núcleo, são formadoras deste elétron e posítron.

 Este posítron após diminuir sua velocidade choca-se com outro elétron e transforma-se novamente em uma radiação gama com energia cinética de 0,511 MeV., ocorrendo a liberação de um neutrino do muón (com energia cinética de 0,255 Mev) e um antineutrino do Muón( com energia cinética de 0,255 MeV).

Também, na formação de pares, será emitida radiação característica do núcleo, atingido por esta radiação conforme a  esquematização.

 

 

 

 

 

PROPAGAÇÃO DA LUZ – SUBSTITUIÇÃO DO CONCEITO DE FÓTON

 

 

Temos que considerar que a luz, é uma energia de origem nuclear, que pelo processo de encontro do Positivo magnético elementar (posítron) com o Negativo magnético elementar (elétron), ocorre a liberação das partículas responsáveis pelo campo de massa, o Neutrino e o Antineutrino, carregados com parte desta energia , e que esta energia saia do núcleo á sua velocidade (chamada velocidade da luz – que é a velocidade da radiação gama), velocidade esta, dada pela natureza de encontro desta energias magnéticas elementares, cuja força, para um núcleo como o Hidrogênio, arremessa esta energia à velocidade de aproximadamente 300.000 Km/s – Energia Cinética. Neste sentido, temos que considerar a Energia em si (energia magnética negativa com energia magnética positiva – metade da energia do elétron + metade da energia do posítron em união)e a energia cinética (da velocidade) que esta Energia  magnética fundamental apresenta, sendo que, o que é transmitido aos elétrons, nas interações durante o processo de propagação, é a energia cinética (da velocidade) e não da energia  magnética elementar que está a esta velocidade.

Pelo exposto, á medida que se propaga, esta energia elementar transfere energia cinética aos elétrons, diminuindo a sua energia cinética, mas não a sua própria energia magnética elementar. Com reiteradas interações, a velocidade da radiação vai ficando cada vez menor, transmitindo cada vez menos energia cinética aos elétrons no seu percurso, até não ter energia cinética suficiente para destacar um elétron de seu orbital, como acontece na propagação da luz visível.

Nesta propagação, esta energia transfere pouca energia cinética aos elétrons, que, mesmo recebendo esta energia, não saem dos seus orbitais, ocorrendo uma propagação sem destacamento de elétrons, apenas energizando com energia cinética tais elétrons, que a transfere a seu movimento ou de rotação ao redor do núcleo ou ao seu giro próprio, que é o processo que ocorre na propagação da luz visível.

Então, fóton é a radiação (metade posítron – metade elétron), que tem velocidade cinética dada pela força de união (União forte), que é dependente da massa nuclear, que  vai desde a velocidade da radiação gama( em núcleos com baixa massa), até perder sua velocidade cinética aos poucos, se transformando em outras energias de menor velocidade no espectro de radiações eletromagnéticas, chegando a perder totalmente sua energia cinética se transformando em energia escura.

 

 

 

EXPLANAÇÃO DO PROCESSO DE PROPAGAÇÃO DAS RADIAÇÕES

 

 

Propagação da Radiação gama, Radiação “X” e Radiação ultra violeta

 

A Propagação da radiação gama, radiação “X” e radiação ultravioleta, devido a alta velocidade que a energia apresenta, elas interagem com o elétron,  e devido a transferência de muita energia cinética, provocam o deslocamento deste elétron, desviando a radiação que diminui a sua velocidade cinética.

Nesta propagação de interações, com uma quantidade grande de elétrons no seu percurso, a energia  que  se propaga, se mantém, mas a velocidade inicial vai diminuindo á cada nova interação, pois, a radiação transfere parte da sua  energia cinética ao elétron na propagação.

A propagação desta radiação, á medida que o raio vai diminuindo de velocidade, vai se transformando em outras energias dentro do espectro de radiação eletromagnética, passando então, de radiação gama para radiação X, esta para ultravioleta, esta para o espectro da luz visível ( do violeta até o vermelho), deste para o infra vermelho,  deste para micro ondas, ondas de radio/ televisão.

Este processo é observado quando ocorre a irradiação de metais com radiação eletromagnética, onde se forma uma corrente de elétrons, quando a freqüência desta radiação consegue superar a barreira de remoção dos elétrons. O que foi observado, é que com o aumento da freqüência da radiação, ocorria um aumento da velocidade dos elétrons que saltavam do metal. O que acontece, é que com o aumento da velocidade da radiação e a transferência de energia cinética aos elétrons pela interação com a radiação, quanto maior esta velocidade de interação, maior a transferência de energia cinética ao elétron.

 

 

Propagação da Radiação Visível (Luz)

 

A propagação da luz visível apresenta uma interação com o elétron ocorrendo troca da energia elementar entre a radiação e o elétron de modo que a parte de energia do elétron seja substituído a cada interação pela parte do elétron que recebe o choque. Outro ponto importante é que sendo a velocidade tal que não destaca o elétron do seu orbital, apenas recebendo alguma energia cinética que não consegue destacá-lo, fazendo que o elétron não se mova e propague a luz em um movimento retilíneo. Por causa deste tipo de propagação, que o olho humano consegue perceber as radiações do violeta ao vermelho.

 

 

Propagação das Radiações Infra Vermelhas

 

 Depois de várias interações com o elétron orbital a energia elementar vai diminuindo de velocidade até chegar a luz infra-vermelha, que tem uma velocidade baixa e na interação com os elétrons durante a sua  propagação ocorre a interação da radiação com o elétron, só que agora, é o raio resultante desta interação que é desviada, tendo uma propagação para várias direções, o que torna este raios imperceptíveis para o olho Humano. A trajetória das radiações infravermelha, micro ondas, ondas  de televisão e de rádio, não obedecem um padrão, e faz com que elas se propaguem em todas as direções e também por este aspecto de não se propagarem em ondas retilíneas o olho Humano não as percebe.                           

 

 

Outra observação é que, quando bem lentas como nas ondas de rádio elas possuem dificuldade de passarem pela ionosfera, pela quantidade de elétrons que as ondas se chocam fazendo com que elas não interajam com os elétrons e somente se chocando entre a ionosfera e a terra repetidas vezes até perderem  toda a velocidade.

 

 

Assim temos 03 modos de Propagação da radiação, dependendo da sua velocidade.

 

 1 – Para a radiação de velocidades maiores que são a radiação gama, a radiação “X” e a radiação Ultra Violeta, na interação da radiação com o elétron, este recebe uma transferência alta de energia cinética, fazendo com que o elétron resultante salte do seu orbital e a radiação mude a direção de propagação. Tendo uma propagação de alta velocidade e com radiação em várias direções, com o raio diminuindo a velocidade por estas interações, transmitindo energia cinética aos elétrons.

 

2- Para radiação de velocidades da luz violeta á luz vermelha, o elétron recebe o impacto, com transferência de alguma energia cinética, que não destaca este elétron do seu orbital

mas ocorre uma troca de energias elementares entre o elétron e a radiação, fazendo que a propagação torne um movimento retilíneo com perda de velocidade até à luz vermelha, que é a última radiação do espectro eletromagnético que consegue produzir esta interação da radiação com os elétrons, sem mudar a direção da radiação.

 

3- Para radiação de velocidades da luz infravermelha, micro ondas, ondas de TV, ondas de rádio, o raio ao interagir com o elétron, não consegue movê-lo e também não tem força suficiente para desviar o elétron e parte da energia cinética do raio é transferida ao elétron, sem tirá-lo do seu loco. Produzindo assim raios para todos os lados e por tal motivo, também não são percebidos pelo olho humano.

 

 

ANÁLISE PELO MODELO PROPOSTO DA REFLEXÃO DA LUZ

 

 

 A cor da luz depende da velocidade do raio refletido  e esta cor, não depende da velocidade do raio incidente, e sim da velocidade do raio refletido, que depende das características do núcleo atômico predominante na substância ou matéria que reflete esta luz. Quando um corpo recebe um raio de luz visível este raio interage com parte do elétron e parte do posítron e esse núcleo substitui a energia deste raio, com um raio formado por energia do núcleo (parte do elétron e parte do posítron) com energia cinética característica do próprio corpo emissor desta energia.

     Quando um raio de luz  visível com velocidade (energia cinética) maior que a velocidade (energia cinética) de emissão de um corpo, atinge tal corpo ( núcleos ), este corpo emite um raio de luz visível com energia cinética determinada por características intrínsecas deste corpo e a diferença da energia cinética do raio que chega, com o raio que sai é transmitida ao núcleo (ao corpo), sendo transformada de energia cinética em energia térmica.

Quando um corpo ou núcleo apresenta  emissão de raios de velocidade inferior à velocidade do vermelho, todos os raios que chegarem ao núcleo (corpo) do espectro de luz visível, serão emitidos com a velocidade da luz infra vermelha, não sendo vista pelo olho humano, sendo  um corpo preto (ausência de cor). Como a luz refletida possui uma velocidade menor que a velocidade da luz vermelha, terá uma diferença positiva, da energia cinética incidente para a  energia cinética refletida, que será transformada em energia térmica aquecendo o Núcleo (corpo).  Outro fator, é que, o processo de reflexão, depende do raio incidente. A velocidade da luz refletida é que não depende do raio incidente.

 

 

REFLEXÃO DA RADIAÇÃO GAMA, RADIAÇÃO X, RADIAÇÃO ULTRA  VIOLETA  

                                           


Quando a radiação possui muita velocidade, como a radiação gama e é emitida em núcleos de elevada massa, onde a força forte é menor devido a maior massa atômica, no processo de reflexão da radiação, ocorre a formação de um elétron e um posítron , pois  no processo de interação da radiação com o elétron  e posítron nuclear , ocorre o deslocamento conforme esquematizado.

 


ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

A radiação eletromagnética não é absorvida. A sua energia cinética é que vai diminuindo com as progressivas interações desta Energia com elétrons.

No processo de Reflexão da luz, também esta radiação não é absorvida, pois a cada interação com o núcleo atômico, esta Energia eletromagnética continua.

 Acreditava-se que  a luz branca ao incidir em um corpo, este corpo, refletiria uma cor de luz e as demais cores do espectro de luz visível, seriam absorvidas pelo corpo, transformando estas energias absorvidas, em energia térmica.

Mas o que acontece é que todas as radiações do espectro de luz visível são refletidas, não ocorrendo nenhuma absorção destas radiações.

Ocorre, que quem determina a cor do corpo iluminado são as características dos núcleos deste corpo, então, a cor não é determinada pela luz incidente e sim pela luz emitida, conforme explicitado no processo de reflexão da luz.

Quanto ao processo de aquecimento do corpo, é apenas a transformação de energia cinética, que o núcleo recebe a mais, quando o raio incidente tem maior velocidade que o raio refletido que é transformada em energia térmica. A variação de energia térmica do núcleo é a diferença entre a energia cinética de radiações de maior velocidade refletidas com menor velocidade menos a energia cinética de radiações de menor velocidade refletidas com maior velocidade por este núcleo.

 

 

CONSIDERAÇÕES SOBRE A LUZ ANALISANDO AS CORES

 

Quem determina a cor de um corpo é a velocidade da luz refletida pelo corpo após a radiação incidente ter se interado com elétrons e posítrons dos núcleos externos deste corpo.

 A determinação da cor é a capacidade, que cada núcleo possui, para refletir a luz incidente, Desta afirmativa conclui-se que:

1.      O corpo não reflete uma cor de luz do espectro visível e absorve as outras cores, porque as radiações são refletidas com a energia cinética determinada pelos núcleos formadores deste corpo.

2.      Como as radiações são refletidas, então não ocorre o processo de absorção da luz.

3.      O aquecimento que ocorre nos corpos não é causado pela absorção da luz e sim pelas diferenças de energia cinética entre a radiação incidente e a radiação emitida, quando a radiação incidente possui uma energia cinética maior que a energia cinética de emissão, característica de cada núcleo, esta diferença positiva de energia cinética se transforma em calor pela vibração dos núcleos deste corpo.

4.      Quando a radiação incidente possui uma energia cinética menor que a radiação emitida esta diferença negativa faz com que o núcleo perca energia cinética, em forma de energia térmica , que é compensado pelos ganhos de energia.

5.      O preto é ausência de cor, mas não é ausência de reflexão de onda eletromagnética, apenas reflete radiações abaixo do vermelho, e radiações infravermelhas não são vistas pelo olho humano, pois não se propagam em movimento retilíneo.

6.      Quanto maior a massa nuclear menor a velocidade de reflexão da luz, pois com já dito, um dos fatores que faz com que o núcleo fique estável é a quantidade de massa nuclear, pois a força forte de união entre os elétrons e posítrons vão diminuindo em relação ao aumento de massa nuclear, devido aos novos vetores de união entre posítrons e elétrons para união de novos  Prótons e Nêutrons acrescidos no núcleo.

7.      O branco não é a união de todas as cores, e sim uma radiação com velocidade cinética própria, porque se fosse a união de todas as cores e como quem determina a cor é a característica do núcleo refletir uma radiação, com uma velocidade própria, para cada elemento químico, devido a sua massa nuclear, para ocorrer um corpo de cor branca, teria que existir neste corpo núcleos que emitissem todas as cores. Isto é até possível, mas como um elemento químico com um só tipo de núcleo poderia refletir a radiação incidente em todas as velocidades se possui somente um tipo de núcleo com mesma massa nuclear. Existem substâncias simples de coloração branca.

8.      Não é necessário que existam todas cores no ambiente para se ter esta vasta quantidades de cores, pois isto não é característica da luz incidente e sim da reflexão da luz, que é dada por características intrínsecas dos núcleos dos átomos que refletem esta luz.

9.      A questão da decomposição da luz em prismas, como é característica de núcleos a cor do corpo, então ao invés da decomposição das cores nestes prismas pode estar ocorrendo reflexão da luz, por núcleo diferentes e assim, o que parece ser a decomposição, não passe de reflexão, em diferentes velocidades dentro destes prismas.

 

 

A CATÁSTROFE DO ULTRA VIOLETA

 

Quem determina a cor do corpo são os núcleos atômicos, presentes na superfície deste corpo, não ocorrendo nenhum processo de absorção das radiações eletromagnéticas. Mas pela visão da física clássica, um corpo recebia uma cor branca (considerada união de todas as cores) e refletiria uma única cor e as demais seriam absorvidas pelo próprio corpo, assim acreditava-se que, o preto, seria um corpo que continha as radiações absorvidas em seu interior e quando fosse aquecido  deveria, então, emitir tais cores (radiações) e sendo um corpo negro estas radiações seriam emitidas pelos elétrons e absorvidas constantemente pela paredes deste corpo negro, o que experimentalmente foi catastrófico para a teoria clássica vigente.

 

O Problema da emissão das radiações de um corpo Negro (Preto) na visão da física Quântica:

Basicamente, um corpo negro é um corpo com um buraco, por onde emitirá radiação quando for aquecido. Aliás, muitos corpos podem emitir radiação como um corpo negro (inclusive o nosso).

Se a cavidade for aquecida, emitirá radiação através do buraco. Quanto mais quentes as paredes da cavidade, maior a intensidade da emissão. No entanto, além do brilho, muda a cor (freqüência) da radiação. O problema para os físicos foi prever e explicar quantitativamente essas mudanças de intensidade e freqüência. O problema não era a medição experimental. A dificuldade estava em encontrar uma equação que correspondesse à curva dos dados experimentais.

 

A Teoria:

“A equação foi derivada e recebeu o nome de equação ou lei de Rayleigh-Jeans (seus descobridores). A intensidade I da luz é:

        8pkT
I =     ¾¾¾
        
l4

Onde k é a constante de Boltzman, T é a temperatura e l é o comprimento de onda e p » 3,1415926536

No entanto, a equação estava errada, pois o comprimento de onda estava no denominador, o que significa que quando a freqüência aumentasse (comprimentos de onda mais curtos), a intensidade também aumentaria indefinidamente. Assim, quando entrássemos no espectro do ultravioleta, a curva acabaria violando a lei da conservação da energia. Isso é chamado de "catástrofe ultravioleta".

Outros cientistas tentaram resolver o problema da catástrofe do ultravioleta, mas foram mal sucedidos. Porém, foram registrados alguns sucessos intermediários, como a lei de Wien e a lei de Stefan-Boltzman.

Enfim, Max Plank solucionou o problema. A lei ou equação de Plank é:

8pch
I = ¾¾¾¾¾¾¾¾
    
l5 (e ch/lkT - 1)

Onde c é a velocidade da luz e e é a constante matemática 2,782818...(Na verdade, é o limite com x tendendo a ± ¥ de (1 + 1/x)x. h é a constante de Plank, cujo valor é 6,6257 x 10 -34.

Há um detalhe revolucionário nesta equação: a constante h. Ela define um limite inferior definido e finito para as gradações da energia emitida por átomos distintos. "Segundo a física clássica, a energia irradiada por dois átomos em equilíbrio entre si poderia ser tão pequena quanto quiséssemos. A lei de plank fornece o limite inferior para essa diferença.

Plank introduziu a sua hipótese das variações quantizadas. Pode-se seguir a lei Rayleigh-Jeans e então introduzir a hipótese de Plank e assim obter a lei de Plank. Caso contrário, acontece a catástrofe do ultravioleta.

Todavia, a hipótese de Plank violou as leis físicas conhecidas, por isso generalizou-se o sentimento de que era necessário rever alguma coisa nas interpretações e nos conceitos então aceitos”.

 

O Problema da emissão das radiações de um corpo Negro (Preto), na visão do Novo Modelo Nuclear:

A catástrofe do ultra violeta, foi que experimentalmente, não houve relação entre o que acontecia e o que a física clássica previa, pois, quando um corpo negro, com um espaço interno e com um pequeno furo, por onde sairia as radiações, era aquecido, em proporção ao aumento da temperatura, pela teoria clássica, nas emissões e absorções, este corpo deveria emitir radiações abaixo do vermelho, mas o que ocorria era que, as radiações aumentavam de freqüência (energia cinética – velocidade) passando de infra vermelho, para  vermelho depois para amarelo depois para branco depois para azul. Assim, este experimento mostrou que na realidade à medida que se aumentava a temperatura este corpo emitia freqüências maiores (até um certo nível ) não liberando as freqüências como predizia a teoria da física clássica, que acreditava que nas paredes internas ocorreriam emissões e absorções das radiações. Isto ficou conhecido como a catástrofe do ultra violeta.

Então o problema foi resolvido, pela teoria de  Max Plank (utilizada por Einstein, para a sua teoria de fótons), que dizia que, os elétrons dentro deste corpo emitiam raios com quantias específicas de energia, que foi aceito e por esta teoria a física quântica construiu mais uma de suas bases científicas.

 

Críticas à Teoria da Quantização da Energia (por elétrons), de Marx Plank e Albert Einstein (Fótons):

Um corpo(negro) preto, quando reflete qualquer radiação incidente, reflete radiações características, abaixo do vermelho, sendo assim, o olho humano não consegue ver tais radiações, pois, estas radiações não se propagam em movimento retilíneo, nos apresentando como um corpo preto. Os corpos que refletem radiações abaixo do vermelho, são corpos, que por possuírem uma massa atômica muito elevada, possuem, por este motivo, uma baixa força de união entre os elétrons e posítrons, de seus prótons e nêutrons.

Assim, um corpo preto, sem aquecimento já possui um espectro de radiação, dado pela reflexão, abaixo da radiação do vermelho, mas quando é aquecido, aumenta as vibrações entre elétrons e posítrons, ocorrendo o processo de aniquilação entre estes elétrons e posítrons destes núcleos, pois, estes elétrons e posítrons recebem energia térmica que é transformada em energia cinética, aumentando a sua capacidade de emitir radiações com freqüências maiores, e à medida  que  a temperatura aumenta, também aumenta a energia cinética nestes núcleos, e os mesmos emitem radiações com maior velocidade passando de infra vermelho , para o vermelho, do vermelho para o amarelo, do amarelo para o branco e do branco para o azul, mas quando vai subindo a velocidade de emissão das ondas eletromagnéticas vai também aumentando a força de União entre os posítrons e elétrons do núcleo (pela diminuição do número de elétrons e posítrons – massa nuclear), fazendo com que diminua a emissão de ondas de maiores freqüências, assim, no fenômeno chamado de a catástrofe do ultravioleta, não ocorre como é explicado pela Teoria Clássica e nem pela Teoria de Marx Plank, e utilizada por Albert Einstein (Teoria da Física Quântica), porque os elétrons não possuem um limiar de emissão de radiação eletromagnética, pois o fenômeno não está relacionado com a eletrosfera e sim com o núcleo atômico, que possui características próprias para a reflexão das radiações incidentes e para as emissões provocadas por aniquilações entre posítrons e elétrons da superfície de seus prótons e nêutrons.

Assim a Teoria da quantização da energia de Plank/Einstein não acontece da forma explanada.

 

BREMSSTRAHLUNG

A teoria:

“Os elétrons interagem com o campo magnético de núcleos de massa atômica elevada ou com a eletrosfera, reduzem a energia cinética, mudam de direção e emitem a diferença de energia sob a forma de ondas, chamadas de freamento ou Bremsstrahlung, sendo contínuo seu espectro de energia. Juntamente com este bremsstrahlung são emitidos raios X característicos referentes ao material a qual a radiação está interagindo”.

Críticas à Teoria que explica o “Bremsstrahlung”:  

Não ocorre o processo de frenagem (Bremsstrahlung) dos elétrons, eles colidem com os posítrons do próton ocorrendo “aniquilações”  dos elétrons com os posítrons,  resultando na formação de radiação X com  espectro contínuo ( que possui a velocidade igual à do elétron acelerado) e se o núcleo possuir muita massa atômica  ocorrerá a formação de raio X característico, que é uma radiação emitida pelo núcleo que pela sua velocidade (energia cinética) pode-se saber de qual elemento químico este raio característico foi emitido.

Explicação anterior do fenômeno:

 Nova explicação para a emissão de radiação por aceleração de Elétrons em Catodos


 

LINHAS ESPECTRAIS - RADIAÇÃO DE RYDBERG.

 

Radição de Rydberg:

Explicação anterior:

Quando átomos são aquecidos ou submetidos a uma descarga elétrica, eles absorvem energia, que em seguida é emitida como radiação. Por exemplo, se o cloreto de sódio é aquecida na chama de Bunsen, serão produzidos átomos de sódio, que dão origem a uma coloração amarela característica na chama, produzindo linhas espectrais descontínuas em aparelhos específicos. Essa luz emitida pelos átomos podem ser estudadas em espectrômetros, verificando-se que elas são contínuas por linhas com diferentes comprimentos de  onda.

O matemático Rydberg, propôs uma equação empírica relacionada às linhas espectrais, onde tentava explicar matematicamente esta radiação, mas sua fórmula só era válida para o Hidrogênio.

 

Explicaçâo para este fenômeno:

A explicação para estas emissões de radiações eletromagnéticas constituídas por linhas com diferentes comprimento de ondas, é que, no aquecimento, ocorrem colisões entre elétrons e posítrons, que saem com uma energia cinética, que aos poucos vai aumentando, pelo acréscimo de energia térmica, que é transformada em energia cinética, diminuindo os comprimentos de ondas subseqüentes, pela emissão de radiações eletromagnéticas com maiores velocidades (freqüências), como acontece no aquecimento do corpo negro.

Quanto a afirmação, que esta radiação também ocorre, quando átomos são submetidos a uma descarga elétrica, que seria absorvida e que em seguida seria emitida como radiação, é o mesmo processo de aceleração de elétrons sobre átomos (núcleos) que se chocam com posítrons dos prótons sendo liberada radiação eletromagnética, com linhas espectrais contínuas e dependendo da massa nuclear, com emissão de linhas espectrais descontínuas, que são radiações eletromagnéticas características, como explicado no processo de aceleração de elétrons (bremsstrahlung).

 

Explicação anterior do fenômeno:

Desde muitos séculos se sabe que muitos materiais também podem emitir luz quando excitados. Isto ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam para níveis mais altos. Quando os elétrons voltam para os níveis mais baixos, liberam a diferença de energia. E esta liberação pode ocorrer na forma de emissão de luz.

Este fenômeno é usado, por exemplo, na confecção dos fogos de artifício. Quando os fabricantes desejam produzir fogos de artifício coloridos, misturam à pólvora compostos de certos elementos químicos apropriados, utilizam sais de diferentes metais na mistura explosiva (pólvora) para que, quando detonados, produzam cores diferentes. Para se obter a cor amarela, por exemplo, adicionam sódio (Na), para conseguir o vermelho carmim, colocam estrôncio (Sr). Quando querem o azul esverdeado, utilizam cobre (Cu). Desejando o verde, empregam o bário (Ba), se a cor desejada for a violeta, usam o potássio (K) e para o vermelho podem utilizar o cálcio (Ca). Na hora em que a pólvora explode, a energia produzida excita os elétrons desses átomos, ou seja, os elétrons "saltam" de níveis de menor energia (mais próximos do núcleo) para níveis de maior energia (mais distantes). Quando retornam aos níveis de menor energia, liberam a energia que absorveram, na forma de luz colorida.

As diferentes cores são observadas quando os elétrons dos íons metálicos retornam para níveis menores de energia (mais internos), emitindo radiações com a coloração característica de cada "salto" energético (diferentes comprimentos de onda).                Como acontece, quando a água com sal do arroz escorre na panela e atinge a chama azul do fogo. Aparece uma coloração amarela bem forte. O sal de cozinha é o cloreto de sódio, e a cor característica do sódio é amarela.

 

Explicação para este fenômeno

Quando ocorre a explosão da pólvora o aquecimento da substância faz com que ocorra choques entre posítrons e elétrons de seu núcleos, pelo aumento da energia cinética, causado pelo aumento da energia térmica de tais substâncias, que emitem radiações eletromagnéticas com velocidades (freqüências) características de cada núcleo atômico e este processo não tem relação com a mudança de níveis de energias dos elétrons, pois, os elétrons não têm capacidade de emissão de radiações eletromagnéticas. Esta é uma característica dos núcleos atômicos que possuem em suas formações elétrons e posítrons e somente ocorre fora do núcleo atômico se algum posítron for expelido por este núcleo, que se chocará com algum elétron, produzindo radiação eletromagnética.

A  velocidade de emissão de cada núcleo é característica de cada núcleo e uma das variáveis e a quantidade de massa nuclear que é inversamente proporcional ás velocidades de emissões de radiações eletromagnéticas. Os fenômenos ocorrem, mas  a explicação que é baseada somente na eletrosfera, elegendo os elétrons como emissores de energia eletromagnética está incorreta.!

 

 

 

ANÁLISE DOS DIAGRAMAS DE FEYNMAN

 

Diagramas de Feynman (Baseia os cálculos na Teoria de Campos):

“Os Diagramas de Feynman são um método para se fazer cálculos na Teoria quântica de campos, criados pelo físico norte-americano Richard Feynman. Também são conhecidos por Diagramas de Stückelberg. As linhas representam partículas interagindo e termos matemáticos correspondem a cada linha e vértice. A probabilidade de uma determinada interação ocorrer é calculada desenhando-se os diagramas correspondentes à interação, e através deles se chega às expressões matemáticas corretas. Os diagramas fornecem uma interpretação visual do fenômeno.”

 

Críticas aos Diagramas de Feynmam (Teoria de Campos da Física Quântica):

A matemática consegue provar muitas coisas que não são realidade, basta para isto, serem criadas constantes, ocorrerem deduções, renormalizações, sendo que, não basta ser real, para que alguma fórmula o torne explicável. É o que acontece com os Diagramas de Feynman, consegue-se prová-los matematicamente, somente não se consegue provar o que eles tentam representar.

Não é de se estranhar que houve uma explosão de fórmulas para explicar formalismos. Os Diagramas de Feynmam, não são representativos da realidade. Analisando todos os Diagramas de Feynmam, todos se mostram  equivocados. Será demonstrado, os enganos do diagrama (interações elétron/posítron). Outros diagramas estão sendo contestados pelas  demais explicações, baseadas no novo modelo nuclear.

 


 Diagrama de Feynman para a interação elétron/posítron

 

A explicação da Teoria quântica de campos:

“Neste diagrama de Feynman, um Elétron e um Posítron anulam-se, produzindo um fóton virtual, que se transforma num par quark-antiquark. Depois, um deles radia um Gluón. (O tempo decorre da esquerda para a direita.)”

 

Críticas a este  Diagrama de Feynman e à sua explicação:

“Como os princípios da Teoria da Eletrodinâmica estão equivocados, os diagramas  correspondentes às interações que elas representam, para se chegar a expressões matemáticas corretas, só podem chegar, também, a conclusões equivocadas da realidade destas interações das partículas, pois, é de se observar que a explicação para o Diagrama de Feynman não condiz com o que ocorre na realidade.

 

A Nova Explicação:

“O termo “Aniquilação” não é apropriado para este evento, pois as energias elementares, tanto positiva quanto negativa, não se aniquilam e também não se perdem, apenas se transformam.

Como  o elétron e o posítron são partículas duais (cada um com 02 energias magnéticas), ocorre uma interação em que o elétron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (neutrino) e o posítron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (antineutrino), cada um com uma energia cinética de 0,255 MeV (com um total de 0,511MeV de energia Cinética).

Restando 01 Energia magnética negativa do elétron e 01 energia magnética positiva do positron (sem seus campos de massa), que forma a radiação eletromagnética (y) de 0,511 MeV de Energia cinética.

Quando esta radiação eletromagnética choca-se com o núcleo, atinge metade do elétron e metade do posítron que estão na formação dos Nêutrons e Prótons do Núcleo atômico, ocorrendo o processo de Reflexão das Radiações eletromagnéticas de alta velocidade.

Assim, não ocorre a Anulação (Aniquilação) do elétron e do posítron, não ocorre a formação de um fóton virtual, não ocorre a sua transformação em um quark e em um anti-quark, e depois um deles não irradia um Gluón como prediz a explicação do Diagrama de Feynman.

 

 

Esquematização do evento das interações elétron/posítron, pelo Novo Modelo Nuclear:

 

 

 

A TEORIA DA ELETRODINÂMICA QUÂNTICA (E.Q)

 

A teoria:

 “As forças eletromagnéticas entre dois elétrons surgem pela emissão de um fóton por um dos elétrons e a sua absorção por outro elétron.

Como um elétron emite um fóton, isso significa a violação do princípio da conservação das energias ou da conservação dos momentos; o mesmo vale para a absorção de um fóton. Todavia, pela a mecânica quântica, a conservação de energia não é necessariamente válida em pequenos intervalos de tempo. O sistema pode "pedir emprestada" alguma energia para o elétron emitir o fóton; a energia é devolvida quando o outro elétron absorve o fóton. Este processo é chamado de troca virtual de um fóton entre elétrons.

Neste processo, chamado de espalhamento de elétrons, ocorre mudanças na trajetória dos elétrons pela simples "troca de um fóton". Esta é uma das idéias básicas da eletrodinâmica quântica.

Este fenômeno é representado pelo diagrama de Feynman e explicado por expressões de matemática corretas, baseadas neste diagrama”.

 

Críticas à Teoria da Eletrodinâmica Quântica (E.Q.)

As radiações eletromagnéticas não surgem por acaso, pois, surgem da união entre um posítron e um elétron e este processo acontece em quase sua totalidade em núcleos de átomos, e também, as radiações eletromagnéticas não são absorvidas, pois a energia elementar negativa unida à energia elementar positiva, durante os processos de propagação e de reflexão não se altera, somente altera a sua energia cinética (sua velocidade). 

O elétron da eletrosfera não emite, por si só, qualquer energia eletromagnética, ele apenas interage nos processos de propagação destas radiações, então, quando a teoria eletrodinâmica diz que, na física quântica o princípio da conservação da energia ou da conservação dos momentos, não é necessariamente válida, em pequenos intervalos de tempo, e que o sistema pode pedir emprestado alguma energia para o elétron emitir o fóton e que a energia é devolvida, quando outro elétron absorve o fóton, em um  processo de troca virtual de um fóton entre elétrons, fica claro, que esta  idéia básica da Física Quântica, além de não ser a realidade dos fatos, como explanado neste trabalho sobre como acontece a propagação e a reflexão das radiações eletromagnéticas, ainda  colocou como sua  base científica, uma interpretação equivocada da realidade dos acontecimentos a nível atômico, elegendo os elétrons como emissores das radiações eletromagnéticas.  O diagrama de Feynmam, para este evento, também está errado.

 

TEORIA DA CROMODINÂMICA QUÂNTICA (C.D.Q)

A Teoria:

“A Teoria da Cronodinâmica Quântica é parecida com a Teoria da Eletrodinâmica Quântica em alguns aspectos (as interações se dão através da troca virtual de quanta). No entanto, existe uma diferença fundamental: o fóton, mediador da interacão eletromagnética, é eletricamente neutro; já o glúon, mediador da força nuclear forte (força colorida), é colorido. Por isso, eles interagem entre si, o que dá origem, nas equações da  C.D.Q, a termos que não têm análogos na Eletrodinâmica Quântica. A Cronodinâmica Quântica comporta-se, então, de forma diferente de qualquer força conhecida.

A Cronodinâmica Quântica solucionou, então, o mistério do caráter da força entre os quarks, de uma forma que apresenta grande simplicidade, o que é fundamental para o sucesso de uma teoria.

Durante muito tempo pensou-se que entre as partículas da lista dos férmions fundamentais estariam o próton e o nêutron. Mas isso se revelou falso: os prótons e os nêutrons são formados por partículas mais básicas - os quarks.

Os prótons são formados por dois quarks up e um quark down, enquanto os nêutrons são formados por um quark up e dois quarks down. Os quarks up têm carga elétrica +2/3 enquanto os down têm carga -1/3.

 

Assim como a força entre os elétrons se dá através da troca virtual de fótons, os quarks estão ligados por uma força que surge da troca de glúons. Os glúons são indiferentes ao sabor, mais muito sensíveis à cor. Os glúons interagem com a cor assim como os fótons interagem com o sabor. Note que existem vários tipos de glúons, um para cada situação de cor.

1    

1-Explicação Original para este Diagrama de Feynman:

Neste Diagrama, um quark vermelho se torna azul com a emissão virtual de um glúon vermelho-azul, que é absorvido por um quark azul que se torna vermelho!!!.

2  

2-Explicação Original para este Diagrama de Feynman:

Neste Diagrma, um quark azul se torna verde com a emissão virtual de um glúon azul-verde. Este glúon é absorvido por um quark verde, que se torna azul!!!.

 

Críticas à Teoria da Cromodinâmica Quântica (C.D.Q)

Como na explanação anterior, esta troca virtual de fótons, não acontece na realidade.

Quanto ao Gluón, não exite emissão virtual de  gluón, pois, a força de união (força forte), que ocorre entre os pósitrons e elétrons nos Nêutrons e Prótons não dependem de mediador, já que é uma força de natureza magnética elementar, entre as partículas magnéticas negativas e as partículas magnéticas positivas.

Na realidade não existem  Quarks. Existem elétrons e posítrons em união na formação dos Prótons e Neutrons. Esta união não ocorreu sem que houvesse muita força, para que não ocorresse o  processo de “aniquilação” entre a matéria e antimatéria, e esta força foi a força gravitacional  no interior de estrelas, onde  estes prótons foram formados e a partir destes prótons, os nêutrons e assim todos elementos químicos, com um número bastante elevado de massa nuclear.

Como não há realidade na emissão virtual de gluóns, também os quarks foram uma criação, para explicar o que, ainda, não se tinha uma explicação. A teroria da cronodinâmcia é uma teoria baseada em idéias sem realidade, quando busca relação entre +2/3 de carga  e –1/3 de carga e em trocas virtuais de gluóns.

 

 

 

MAGNETISMO E ELETRICIDADE

 

Quando em 1920, Oersted,  provou com um experimento  que a corrente elétrica gerava um campo magnético, ele não considerou que na corrente elétrica ocorrem perdas de elétrons de camadas mais afastadas  desequilibrando a força magnética do  material condutor e esta diferença magnética positiva cria um campo magnético, não a corrente elétrica em si.

Quem cria o campo elétrico é o movimento dos elétrons (quer seja de rotação ou de spin ou na própria corrente elétrica), mas corrente elétrica, por si só, não cria campo magnético.

O campo magnético está relacionado à atração entre pósitrons  e elétrons, pois quando o átomo está sem influência de uma diferença de potencial todos os posítron a mais nos prótons terão seu campo magnético anulado pelo campo magnético dos elétrons. Quando ocorre uma diferença de potencial e ocorre a corrente elétrica, a saída dos elétrons  deixam este átomo com posítrons a mais no átomo em relação ao número de elétrons, ocorrendo a formação do campo magnético, criando linhas de força magnética entre o núcleo (polo positivo) e estes elétrons (polo negativo).Quando os elétrons giram em torno do núcleo ocorre formação de um campo elétrico, mas o campo magnético existe na atração do posítron ao elétron, mas a força magnética resultante, está equilibrada pelo polo positivo posítron a mais do núcleo e o polo negativo elétron da eletrosfera. Quando ocorre em certas rochas, a formação de estruturas que encapsulem em suas matrizes cristalinas, cátions e ânions separadamente, esta rocha apresenta-se como um corpo magnetizado (imã natural) , como é o caso da magnetita, mas se aquecidas com uma temperatura limite, ocorre a ruptura dessas matrizes e  estes íons podem se neutralizarem, desmagnetizando tais rochas. Atualmente cerâmicas com aprisionamento de cátions e ânions de ferro ou manganês, apresentam magnetização, também pela atração magnética dos posítrons e elétrons.

 

 

O MAGNETISMO E O EQUILÍBRIO TÉRMICO TERRESTRE

 

O campo magnético da Terra está relacionado a cátions e ânions no seu interior e estes cátions e ânions como estão em um meio  de plasma não têm posições fixas no interior da Terra durante toda a sua história, ocorrendo mudanças dos pólos magnéticos de tempos em tempos.

As  radiações eletromagnéticas de alta velocidade, como a radiação gama , “X” e ultra violeta, quando se chocam com os elétrons da atmosfera são desviadas e neste desvios tomam o caminho orientado pelo campo magnético terrestre e parte desta radiação penetram na Terra, nos pólos magnéticos, que se encontram próximos aos pólos terrestres, não penetrando diretamente em qualquer lugar na Terra.

Como conseqüência, estas radiações tanto solares como cósmicas, penetram na Terra, pelos pólos e como estas radiações possuem uma velocidade (energia cinética) muito alta elas atingem os elétrons das matérias (elementos químicos) no interior terrestre, fazendo com que, estes átomos adquiram a condição de cátions pela perda de elétrons periféricos, a orientação do campo magnético é de um polo positivo para o negativo, onde todas as energias (da energia escura) do campo magnético estão alinhadas em um sentido de positivo para negativo e pela inclinação terrestre em relação ao seu eixo geológico com seu eixo magnético, em um dos pólos as radiações oriundas do sol penetram mais que no outro pólo, provocando a formação de cátions em um número muito maior que o outro pólo, que recebe os  elétrons, assim,  tornando-se um pólo negativo (ânion), tendo uma interação de campo magnético com o polo positivo (cátions), mantendo o campo magnético terrestre.

Algumas radiações também se chocam com os núcleos dos elementos químicos no interior da Terra, ocorrendo o processo de reflexão destas radiações de alta freqüência (velocidade),  em que parte desta energia se transforma de energia cinética, em energia térmica, fazendo com que a terra mantenha seu interior em estado líquido, com altas temperaturas, mantendo o equilíbrio térmico Terrestre, por este motivo que a Terra, ainda não se resfriou, como era de se esperar.

 

Teoria do dínamo:

Segundo esta teoria, existem correntes de convecção que agitam o núcleo externo que é líquido e que esta movimentação seria capaz de produzir correntes elétricas e por conseqüência um campo magnético, ou seja um ‘dínamo auto sustentável” no núcleo.

 

Críticas à Teoria do Dínamo:

 

A teoria do dínamo está sendo baseada nas correntes elétricas interiores, neste núcleo externo, que seria líquido, produzindo o campo magnético.

O campo magnético não é formado por corrente elétrica e sim um campo que aparece quando o átomo está com excesso de posítrons a mais nos prótons de um átomo em relação ao número de elétrons, ou quando os elétrons estão livres ou até em corrente elétrica. O magnetismo é a característica das energias elementares formadoras dos elétrons, dos posítrons e das radiações eletromagnéticas. Assim, o que melhor explica o magnetismo sustentável terrestre são as ações das radiações eletromagnéticas sobre os átomos no interior terrestre. Ações que acontecem com a eletrosfera atômica dos metais do interior terrestre, criando de um lado cátions e de outro lado ânions (determinando a positividade e negatividade magnéticas dos pólos terrestres) e ações que acontecem com os núcleos dos elementos químicos em que ocorre o processo de reflexão destas radiações, produzindo energia térmica auto sustentável no interior terrestre.

 

 

Reversões do campo magnético:

Ocorrendo  a inversão de entrada das energias eletromagnéticas no interior terrestre os pólos irão se alternarem, pois,  passa a ser o outro pólo, que ficará positivo (cátions) e o que era positivo passará a ser negativo (ânions). Na história terrestre este processo ocorre em um intervalo médio de aproximadamente 250.000 anos.

 

 

A Energia Escura e o Campo Magnético:

Quando nos referimos a campo magnético, estamos nos referindo à magnetização da energia escura próxima ao corpo magnetizado.

Como a energia escura, é uma energia que forma o espaço que permeia todo o universo, que está em contato com toda matéria, então quando um corpo está magneticamente não equilibrado, ou os posítrons a mais nos prótons, ou os elétrons que não têm correspondência destes posítrons, criam o campo magnético, que magnetiza a energia escura que circunda este corpo, pois esta energia escura é uma energia eletromagnética na sua essência. Esta energia escura magnetizada é o próprio campo magnético exteriorizado, além da matéria em si.

 

Texto de um novo trabalho científico, das análises das imagens do Satélite Image (Nasa):

Cada pólo tem sua aurora. Enquanto no Norte há a boreal, o Sul tem a austral. Apesar dos nomes distintos, há alguns anos os cientistas acreditavam que uma fosse o reflexo da outra, como se houvesse um espelho entre elas.

Novas observações feitas pela Nasa, a agência espacial norte-americana, acabam de indicar que os fenômenos são realmente diferentes. De acordo com os cientistas responsáveis pelo estudo, a principal causa da diferença parece ser a interação entre a atmosfera solar e o campo magnético terrestre.
Análise feita a partir de imagens obtidas com os satélites Polar e Image mostrou como as auroras se movem e mudam de forma, influenciadas pelo campo magnético que aponta para o Sol e pelas condições dos ventos solares.

Em 2002, outro estudo havia indicado que os auroras eram reflexos uma da outra. A pesquisa também havia sido baseada em imagens obtidas pelo Polar, que pela primeira vez mostrou, de uma única vez, as duas auroras em movimentos sincronizados e com luminosidade semelhante.

 O estudo de agora foi conduzido por cientistas da agência espacial, em parceria com pesquisadores da Universidade de Iowa e da Universidade da Califórnia em Berkeley, e publicado na revista Geophysical Research Letters.

 

Movidas pelo Sol

A porção mais externa da atmosfera solar é formada por um gás extremamente fino e eletrificado, que é conhecido como vento solar, uma vez que “sopra” constantemente a partir do Sol a uma velocidade de aproximadamente 400 quilômetros por segundo.

O campo magnético da Terra forma um obstáculo ao vento solar e se comprime em uma bolha estendida conhecida como magnetosfera. É justamente essa formação que protege o planeta do vento solar. Entretanto, algumas vezes partículas sopradas pelo Sol conseguem penetrar nesse escudo magnético. E são justamente as colisões entre essas e as partículas carregadas da atmosfera terrestre que emitem as luzes da aurora.

No estudo divulgado agora, os cientistas observaram a movimentação dos discos em direções opostas em relação à orientação do campo magnético interplanetário – o campo que viaja pelo espaço junto com o vento solar. Eles verificaram que as auroras também se moviam em direções opostas, dependendo da variação da distância do pólo Norte magnético em direção ao Sol.

Ao seguirem as mudanças na orientação do campo magnético interplanetário, os pesquisadores observaram que a aurora austral movia em direção ao Sol, enquanto a boreal continuava na mesma posição. Eles acreditam que o disco se moveu porque o vento solar foi capaz de penetrar na magnetosfera no hemisfério Sul e não no Norte.

Outro ponto surpreendente foi que as duas formações, quando observadas, estavam inclinadas em direção ao lado do nascer do Sol. Os autores do estudo acreditam que isso possa ter sido causado por imperfeições no campo magnético do planeta.

 

A Explicação das Observações do Novo Estudo, para as Imagens do Satélite  IMAGE:

Quando as radiações eletromagnéticas de  altas velocidades chocam-se com altas camadas da atmosfera e ao interagirem com elétrons, parte destas radiações, desviam-se e são conduzidas pelo campo magnético terrestre para o polo sul terrestre, produzindo a Aurora Austral, que irá penetrar no pólo, interagindo com as eletrosfera, principalmente do Ferro e do Níquel do núcleo terrestre,  produzindo de um lado do núcleo cátions e de outro ânions, produzindo o campo magnético terrestre auto sustentável. Pelo mesmo caminho das radiações ocorrem choques de parte destas radiações com núcleos destes minerais ocorrendo a transformação de energia cinética das radiações em  energia térmica, que é o que mantém o interior terrestre aquecido, de modo sustentável,  ao longo do tempo.

Após estas interações, as radiações saem pelo polo norte, produzindo o fenômeno da Aurora Boreau, somente que, com velocidades diferenciadas das que penetram no polo sul terrestre.

 

Excesso de Radiações eletromagnéticas de altas velocidades do sol  ou de Radiações eletromagnéticas Cósmicas:

Ocorrendo ou por parte do sol, ou por parte de algum evento que emita radiações de altas velocidades, sobre o campo magnético terrestre irá acontecer Auroras tanto Austral como Boreau com maior intensidade e com colorações no sentido do vermelho para o azul, sendo que a Austral, pelo o que foi explanado, terá radiações com freqüências mais altas.

 

Aquecimento Global:

Pelo mesmo raciocínio, estes excessos de radiações são primordiais para o aquecimento global, já que, o interior terrestre aumentará de temperatura pela transformação de parte desta energia cinética das radiações eletromagnéticas em energia térmica, nas interações destas radiações com elétrons e posítrons dos núcleos atômicos, dos elementos químicos do núcleo terrestre (principalmente, Ferro e níquel). Ocorrendo aquecimento a mais no interior terrestre, ocorrerá aquecimento em toda a terra.

 

 

CONSEQÜÊNCIA DA PERDA DE VELOCIDADE DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

 

Energia Escura

A radiação eletromagnética pelo que foi explanado, não perde a sua energia intrínseca magnética, e sim vai perdendo velocidade  (energia cinética), à medida que  esta  energia se propaga. Esta velocidade inicial que é a velocidade da radiação gama é dada pelas características da Energia magnética negativa Elementar e a da Energia magnética positiva Elementar e a massa nuclear, que ao se encontrarem em movimento impulsionam-se, pela força magnética forte, à velocidade da luz (ou melhor, à sua própria velocidade) e destacando-se do neutrino e do antineutrino que são os responsáveis por dar o campo de massa aos elétrons e posítron, tornando-se uma energia magneticamente neutra, pulsátil, apresentando campo magnético, pela sua constituição e campo elétrico pela velocidade cinética deste imã atômico, em movimento ondulatório elíptico.

Esta Radiação vai perdendo velocidade (energia cinética), pelas sucessivas interações com elétrons, até esta energia magnética elementar, perder toda velocidade (energia cinética).Esta energia magnética, sem velocidade é a energia escura que preenche todo o universo.

Esta Energia Escura está aumentando e com isto expandindo o Universo. Está aumentando com o passar do tempo, pois ela é produto final de todo o processo de nascimento, crescimento e morte Estrelar. É o produto de toda ordem de radiações eletromagnéticas.

 Esta energia escura que é formadora do Espaço. Como ela está aumentando  então o espaço também está aumentando (expansão espacial). Ela é o próprio espaço.

Esta Energia exerce força mantendo as galáxias sem se espalharem no vácuo, pois ela permeia todo o universo, permeia a eletrosfera, somente não permeia os núcleos atômicos, pois os mesmos já são constituídos desta energia escura magnética, porém como matéria (por atuação dos neutrinos e antineutrinos).

Pela sua característica, como é o espaço, ela atua em todas direções, aumentando o universo e sustentando os astros e sendo o meio de propagação das Radiações eletromagnéticas.

 

FENÔMENOS  E A  ENERGIA ESCURA

Efeito Casimir

O Efeito Casimir é observado quando duas chapas de metal são colocadas bem próximas, foi demonstrado que existe uma força invisível que atua para a aproximação destas chapas, o que levou ao seu descobridor medir esta força e demonstrar que este efeito realmente ocorre.

Pela explicação da Energia Escura, que ela permeia todo o universo, inclusive a eletrosfera, e que não permeia os núcleos, do lado externo das chapas metálicas ela exerce uma pressão sobre tais núcleos de encontro com a outra chapa e do lado interno esta pressão é muito menor, pois, existe menos energia escura entre as placas que externamente a estas placas.


Efeito Casimir

Força de Van der Waals

É o mesmo Efeito Casimir, somente que a Força de Van der Waals foi demonstrado em nível molecular. Como é em nível molecular este efeito é muito mais percebido, pois, a pressão da Energia Escura é bem maior, já que a estrutura molecular é bastante inferior ao caso do Efeito Casimir. Assim, as moléculas apresentam uma tendência muito grande de se juntarem pela pressão da Energia Escura e provavelmente esta pressão, que favoreça à união química dos elementos.

 

Flutuação Quântica de Vácuo ( Flutuação de Energia ou Flutuação do Ponto Zero)

Segundo preconizado por vários cientistas ocorre formação de pares (elétrons posítrons) no vácuo principalmente em bocas de buracos negros, e que imediatamente eles se aniquilam.

Buraco Negro e formação de Elétrons e Posítrons a partir de “Partículas Virtuais”.  Devido à elevadíssima força gravitacional (teria que estar presente o neutrino e antineutrino), para juntamente com a energia escura, ocorresse a transformação de energia em matéria!)

Como o vácuo é constituído por energia escura, que é uma estrutura magnética, porém sem energia cinética, é possível que com muita gravidade ocorra incorporação de um neutrino a 02 energias magnéticas negativas, se transformando em 01 elétron e que ocorra a incorporação de um antinuetrino a 02 energias magnéticas positivas, se transformando em um posítron, e que os mesmos, se “aniquilem”, mas o mais provável que ocorra na entrada do buraco negro é a colisão entre elétrons e posítrons das matérias arrastadas pela grande força gravitacional (Radiação de Hawking).

 

O Vácuo eletromagnético e os Fótons Virtuais

Como o espaço é a própria Energia Escura e esta Energia Escura é uma energia eletromagnética, formada por parte de energia magnética negativa e parte de energia magnética positiva (Energia Eletromagnética - imãs atômicos), sem velocidade cinética, acumulada, esta teoria de fótons virtuais acontece e não é virtual, é real. Esta energia é formadora de cada espaço existente

 

Reintrodução da Teoria do Éter Lumífero

 

Quando Albert Einstein postulou a teoria da Relatividade geral, ele contou com a existência do “Éter” (Espaço-Tempo  -  Alguma energia invisível que formaria este espaço), somente não tinha uma explicação para defini-la. Foi proposto, por ele, que a gravidade era provocada pela quantidade de matéria que fazia com que o espaço sofresse uma deflexão e assim os corpos próximos a esta deflexão do espaço recebiam uma força os puxando para próximo deste corpo mais massivo,  o que condiz com o a Energia Escura proposta neste trabalho, pois é esta energia escura que sustenta os astros e por causa da quantidade de massa, a energia escura sofre esta deflexão, provocando o explicado sobre a gravidade, por Albert Einstein.

Quando o astro atinge uma massa muito grande, esta deflexão do espaço começa a se tornar um funil que conhecemos por buraco negro. Como a luz se propaga por túneis dentro desta energia escura, não ocorre a deflexão da luz por ação direta da gravidade sobre a luz e sim o túnel de reflexão se encurvou e assim a luz que passa próxima a este astro, com espaço defletido, apresenta uma mudança de movimento linear para movimento curvilíneo, e tão logo passe por esta deflexão espacial, volta apresentar um movimento linear.

No caso do buraco negro, tem-se a impressão que a gravidade arrastou a luz para o seu funil, porém, o que foi arrastado foi a energia escura e assim a luz penetra também neste funil, pois o seu meio de propagação que se afunilou.

 

Espaço-Tempo  =  Energia Escura

 

Radiação de Hawking

A força gravitacional no interior do buraco negro é muito alta, então, ocorrerá o rompimento de massas de super nêutrons (já que para ocorrer o evento, houve um colapso pela elevada força de gravidade e como esta gravidade é muito grande, ocorreu  formação de Nêutrons com um número elevadíssimo de elétrons e posítron), assim,  esta “estrela” super massiva vence a força de sustentação do espaço (Energia Escura) e provoca o afunilamento dentro da energia escura, arrastando parte do espaço e toda a matéria ao redor para este funil, aumentando ainda mais a força gravitacional no interior do buraco negro, explodindo núcleos e ocorrendo altíssimos processos de aniquilação, liberando radiação gama com altas velocidades , pois, é característica de cada núcleo a velocidade da radiação, e esta velocidade (energia cinética), é dada pela força de união entre os posítrons e elétrons deste núcleo, ocorrendo assim a liberação de radiações diversas (raios cósmicos), tais como: Radiação Cósmica ( radiação gama com alta velocidade), restos de nêutrons partidos em alta velocidade (Tau, Káon, Píon, Muón, e etc.), neutrinos e antineutrinos carregados de energia (neutrinos e antineutrinos do muón). È de se observar, que todas estes nêutrons partidos, não possuem estabilidade fora da força gravitacional que mantinha estes elétrons e Posítrons unidos em seus núcleo, daí que  logo que se chocam, por exemplo com atmosfera terrestre e com o campo magnético terrestre, rapidamente se desintegram (por aniquilação entre posítrons e elétrons de suas constituições), liberando radiações menores que as radiações dos raios cósmicos.

Não é que a força gravitacional é tão elevada que até a luz é afunilada para o interior do buraco negro, e sim porque como o espaço (Energia Escura) foi afunilado e a luz se propaga em túneis desta energia escura, a luz acompanha a deflexão do espaço entrando no funil do buraco negro.

Ao afunilar, ocorre deflexão não somente da energia escura (espaço tempo) que sustenta esta enorme massa, mas também, o espaço acima deste corpo celeste, pois os astros estão dentro desta energia escura, ocorrendo na parte superior da boca do buraco negro uma deflexão de acompanhamento do funil e é por esta deflexão que são irradiadas as radiações pelos buracos negros, o que é chamado de Radiações de hawking (que são radiações que se propagam pelos túneis deste espaço defletido, para fora da boca do buraco negro).

 

Radiação de Hawking

 

Sonoluminescência

A sonoluminescência é um fenômeno pelo qual, quando se coloca um emissor de ultra som em um bolha de ar dentro de um líquido, ocorre a liberação de radiações ultra violetas e liberação de energia semelhante á energia liberada no processo de fusão nuclear solar.

 

Explicação do fenômeno:

A energia escura que é formada, pela energia de metade do elétron e metade do posítron, sem velocidade (energia cinética), formadora do espaço, possui túneis de ligação para os núcleos atômicos e esta energia escura transmite qualquer vibração a este núcleo. Quando se coloca um ultra-som nesta bolha, ocorre a transmissão desta energia cinética aos núcleos e como o ultra som é contínuo, esta transferência também é contínua, excitando este núcleo, aumentando a sua energia cinética progressivamente (semelhante ao aquecimento de um corpo) e provocando o choque entre o elétron e o posítron deste núcleo e o como o núcleo que recebe esta energia é o núcleo de Hidrogênio, que é o elemento químico com a maior força de união entre elétrons e posítrons (por possuir a menor massa atômica), então ocorre a liberação de radiação característica deste núcleo, que é uma radiação(gama) com a mesma energia cinética da radiação liberada da cadeia PPI solar, ocorrendo como no sol a transformação de parte desta energia cinética em energia térmica.

 

 

Os Fônons

Seguindo o mesmo raciocínio do fenômeno da sonoluminescência, em que a energia escura transmite pelos seus túneis qualquer onda (vibração = energia cinética), então o fônon, na realidade,  é a própria Energia Escura que ao ocorrer uma vibração, a onda (a energia cinética) desta vibração se propaga pela energia escura e chega até o núcleo do átomo produzindo um grau de vibração neste núcleo (átomo), fazendo que a matéria escura que envolve este núcleo, também vibre e transfira em todas as direções esta vibração atingindo outros átomos, se propagando cada vez mais. Esta onda é uma onda de baixíssima freqüência e onda muito grande e aos poucos ela perde energia cinética até perdê-la totalmente.

O Tímpano do ouvido humano recebe esta vibração pela propagação aos átomos e assim conseguimos traduzir estas vibrações em sons. Daí conclui-se que não se trata de uma propagação originariamente mecânica (envolvendo somente átomos e “fônons”) e sim um processo que necessita além dos átomos que participam desta propagação, da energia escura para excitação destes átomos.

No vácuo, que é energia escura, ocorre a propagação da vibração, somente pelos túneis que recebem tal energia cinética, porém, não há a propagação por não haver átomos para serem excitados e replicarem esta vibração (propagação).

 

A causa do som se propagar com maior velocidade em sólidos:

Como existe uma densidade de átomos, muito maior que no ar, por exemplo, ocorrem excitações múltiplas e a velocidade de transmissão aumenta consideravelmente.

 

 

A Força Forte (Força de União) Entre Elétrons e Posítrons

A força de união entre o elétron e posítron, no interior dos prótons e nêutron, que neste trabalho vem sendo chamada de elementar, é uma força elementar magnética, que, também está presente na propagação das radiações eletromagnéticas, pois, tanto o elétron como o posítron, são energias magnéticas que ao movimentarem-se criam também um campo elétrico. O elétron, o posítron e a radiação eletromagnética são energias magnéticas, ao movimentarem-se criam um campo elétrico.

A atração do posítron a mais no próton, é uma atração magnética também perpendicular ao movimento do elétron na eletrosfera. Quando o elétron adquire movimento, é criado o campo elétrico, pois, é justamente o campo magnético entre o posítron a mais no próton juntamente com a correspondência do elétron que estabelece este campo magnético e como o posítron está em repouso no interior o próton, o momento resultante cria a velocidade de rotação do elétron e de spin, e por causa destas rotações, o campo elétrico é criado, sendo que os dois campos são perpendiculares, já que, o campo magnético é entre o núcleo e o elétron ou entre a metade do elétron e metade do posítron nas radiações e o campo elétrico é na direção do movimento tanto do elétron como das radiações.

 

 

Supercondutores

Um corpo que não possuir a influência do campo magnético entre os elétrons das primeiras camadas da eletrosfera e os posítrons a mais nos prótons, terá capacidade de ser um supercondutor, já que, em temperaturas que atingem um limite em que o campo magnético desaparece parcial ou totalmente, assim se incidir uma corrente elétrica neste corpo os elétrons das camadas eletrônicas mais periféricas, vão percorrer este corpo sem a influência do campo magnético entre o núcleo e os elétrons, não ocorrendo, por isso, choques destes elétrons com a massa nuclear, não ocorrendo a perda de energia elétrica em energia térmica, com estes choques. Os elétrons se chocam com os núcleos porque o campo magnético os atrai e como a eletrosfera é muito maior que os núcleos, a probabilidade de ocorrer choques entre os elétrons da corrente elétrica e estes núcleos é quase nula quando não possuir campo magnético. Este é o processo que ocorre quando os átomos são resfriados a temperaturas próximas ao zero absoluto, porém, cada molécula possui particularidades para o nível desta temperatura, que faz com que os pósitrons a mais nos prótons e  os elétrons das camadas mais próximas ao núcleo não criem campo magnético e assim, os elétrons não são forçados pelo momento resultante a se movimentarem ao redor do núcleo, e quando aplicado uma diferença de potencial neste corpo ele se torna supercondutor, pois os elétrons livres das camadas eletrônicas mais afastadas do núcleo, não se chocarão com os núcleos na corrente elétrica, não ocorrendo a transformação de energia cinética em calor (energia térmica).

 

 

Superisolantes

Este mesmo fenômeno atômico pode ser percebido na criação de superisolantes, pois quando um material fino, com poucos átomos é resfriado, a temperaturas críticas, para ocorrer a perda do campo magnético, todos os elétrons da eletrosfera que poderiam produzir a corrente elétrica estão paralisados sem movimentos, acontecendo de não ocorrer nenhuma corrente elétrica, tornando-se assim um corpo superisolante.

 

 

Efeito Messner

Outra característica é que se for colocado um imã próximo a este corpo resfriado a temperaturas muito baixas e específicas, como este corpo, não apresenta campo magnético este imã levitará, pois as linhas magnéticas não terão indução magnética para os dois campos se interagirem. Mas ocorre nas camadas mais afastadas esta interação magnética, que vai se resfriando, deixando esta interação com um imbricamento, quando os dois campos que se interagem são congelados, de modo que os dois campos magnéticos se prendam em alguma camada de nível atômico (que é perceptível, quando puxamos o imã que levita e algumas linhas de força estão, em algum grau, presas com as do supercondutor, levantando juntamente com o imã, o próprio supercondutor), mas se aumentar a força do campo magnético do imã ter-se-á um limite que o supercondutor passará a ser somente condutor de eletricidade, pois este limite maior do campo externo induzirá a retomada do magnetismo entre os posítrons a mais nos prótons e os elétrons da eletrosfera.

Algumas moléculas, após este alto resfriamento, não bloqueiam totalmente o campo magnético entre os posítrons a mais nos prótons e os elétrons da eletrosfera, deixando que algumas linhas magnéticas penetrarem, mas ainda assim apresentaram características de supercondutores, pois o campo magnético da molécula exerce baixa força de rotação aos elétrons de camadas eletrônicas mais periféricas e os mesmos terão capacidade de serem conduzidos sem perda de energia.

 

 

Causas da Dualidade do Elétron (Posítron) - Partícula – Onda

O Elétron apresenta um movimento ondulatório, já que pelo exposto, ele não é uma partícula esférica, por ser formado, por um par de energias (02 energias magnéticas negativas), ora em um movimento no sentido horário, ora no sentido anti-horário, definido pela atração magnética dos posítrons a mais dos prótons, e que, pelo princípio da exclusão de Pauli, quando um nível de energia está preenchido com um elétron em movimento ondulatório no sentido horário o outro estará em sentido anti-horário, que é determinado pelo próprio magnetismo entre os posítrons a mais dos prótons e o magnetismo dos elétrons em relação aos outros elétrons da eletrosfera.

A atração magnética entre o posítron a mais no prótron faz com que este elétron gire em seu eixo, já que também, tem atração magnética pelo posítron, só que o posítron está fixo e o elétron está livre em seu nível de energia, movimentando-se ondulatoriamente.

A diferença das Radiações eletromagnéticas é que o elétron possui massa, pela ação do neutrino que cria seu o campo de massa e as radiações eletromagnéticas não possuem massa, com isto possuem uma velocidade muito maior que do elétron (que é matéria), mas a configuração estrutural é a mesma, pois, são duais (possuem 02 energias na sua formação), somente que, as radiações eletromagnéticas são formadas por 02 energias elementares, sendo uma magnética positiva e outra magnética negativa e os elétrons são formados por 02 energias magnéticas negativas,. A mesma constituição estrutural do elétron é a do posítron, sendo 02 energias elementares positivas e também tem movimento ondulatório elíptico tal qual o elétron e as radiações eletromagnéticas. 

 

Dualidade Onda-Partícula das Radiações Eletromagnéticas e do Elétron (e Posítron)


 

Críticas ao  Princípio da Complementariedade:

Pelo princípio da Complementariedade da Escola de Copenhagen, existe ambigüidade e natureza dual da matéria e  da energia.

A dualidade da matéria e das radiações eletromagnéticas é real. Agora acreditar que  no experimento da fenda , que esse comportamento é alterado pelo observador é fazer uma leitura equivocada da realidade dos fatos, pois, não está sendo considerada a existência da energia escura e que as ondulações elípticas, tais quais as dos elétrons, dos posítrons,  além do movimento da partícula massiva, provoca no  espaço-tempo a disseminação das ondas criadas pelo próprio elétron e posítron.
A verdade da física quântica, que o observador altera o evento, não pode ser considerada sem o conhecimento dos reais atores deste evento.

Essa dualidade não é uma questão de probabilidades e sim uma questão de explicação real de um acontecimento físico normal, afinal, “Deus não joga dados”.

 

 

Experimento da Fenda Dupla e a Propagação do Elétron

Quando o experimento foi observado, não foi levado em consideração o espaço ser formado pela energia escura e o elétron possuir uma estrutura dual (02 energias), assim, quando  se movimenta, o faz em movimento elíptico ondulatório, horário ou anti- horário, sendo que este movimento, ocorre em lacunas pré estabelecidas dentro da energia escura, transmitindo a estes túneis dentro desta energia escura a suas vibrações. Como, provavelmente o experimento apresentava muitos elétrons em movimento, o que era gravado no anteparo era a imagem desta propagação, que pela estrutura da energia escura, possui túneis para o elétron e estes movimentam-se em movimento ondulatório elíptico.

Assim quando as 02 fendas estavam abertas ocorria a propagação dos elétrons nas duas fendas, produzindo a propagação de ondas  e interferências de uma propagação com a outra, conforme explanado, com superposição das marcas no anteparo, e quando uma era fechada, somente ocorria propagação na fenda aberta marcando o anteparo somente no lado aberto, sem interferência das ondas.

A interpretação probabilística e do papel do observador na Física Quântica que descrevemos aqui é conhecida como interpretação de Copenhagen, e seu principal formulador e defensor foi o físico dinamarquês Niels Bohr. Essa é a interpretação aceita pela grande maioria dos físicos hoje em dia. Mas sempre houve físicos que discordaram dessa interpretação, entre eles Albert Einstein. Segundo este, “a crença em um mundo exterior independente do observador é a base de toda a ciência natural”.

O experimento para a Luz, que é o mesmo observado para o elétron, onde, pela falta de uma explicação pela física clássica, foi interpretado como um evento em que o observador altera o resultado e basilar para o princípio da complementariedade, se entendermos a dualidade real do elétron (formado por 02 energias magnéticas em movimento ondulatório elíptico, por camadas eletrônicas em túneis, da energia escura, definidos), assim como a radiação eletromagnética (diferindo apenas que não tem massa e  é formada por 01 energia magnética positiva mais 01 energia magnética negativa), entenderemos que o evento  passa a ter uma explicação clássica.

 

 

Experimento de Young para as Radiações Eletromagnéticas


 

Tunelamento das Radiações, dos Elétrons, dos Posítrons , dos Neutrinos e  dos Antineutrinos

Considerando que o espaço é formado pela energia escura que é a energia magnética positiva unida em um campo magnético com a energia magnética negativa sem velocidade, podemos entender que, esta energia escura formadora do espaço, está ligando todas as “matérias” do universo (matérias no sentido de elétrons e posítrons com campo de massa dado pelo neutrino e antineutrino)

Ao ocorrer, como por exemplo, a fusão nuclear do hidrogênio para formação do hélio – 4,

no sol, ocorrerá a liberação de radiação gama com a velocidade da luz (sua própria velocidade) causada pela força de união (união forte – magnética), mas de uma maneira diferenciada, pois como o espaço é a própria energia escura então esta energia elementar com uma energia cinética vai sendo propagada pelo conjunto de matéria escura e para  cada saída de uma radiação o espaço do universo é aumentado em uma energia escura (metade do elétron + metade do posítron). Os neutrinos carregados com energia e os antineutrinos também seguirão um caminho pré-definido, para seguirem no espaço, sendo que também se propagaram com uma energia cinética, não de energia somente, mas como eles dão o campo de massa à energia que carregam,  a propagação de matéria do sol para a Terra, o que na verdade é apenas energia elementar magnética, juntamente com neutrinos e antineutrinos, propagando por um túnel formado pela energia escura (espaço).

Tal processo também ocorre no movimento do elétron e do posítron, por túneis específicos.

 

Tunelamento do elétron

No tunelamento, quando o elétron encontra uma barreira, como no caso das ilhas isolantes, este elétron é barrado no seu percurso e o neutrino, que lhe dá o campo de massa é arremessado, atravessando a barreira física (matéria), se acoplando a outro par de energias (energias do elétron = 02 energias elementares negativas), criando um campo de massa para esta nova dupla de energia negativa, parecendo que o elétron teletransportou-se, mas o que ocorreu na realidade, foi que o elétron original se transformou em energia escura ( energia sem ação do campo de massa produzida pelo neutrino) e o neutrino deu massa á energia escura distante, tanto que ocorre este fenômeno, sem que o elétron penetre nesta ilha , ocorrendo um  movimento (virtual) deste elétron de um lado para outro da ilha isolante.

Este fenômeno ocorre porque existem túneis na energia escura (camadas eletrônicas, quando na eletrosfera, ou túneis por toda a matéria escura), para a propagação do elétron, assim, ele segue o seu caminho mesmo com esta barreira física, quando esta barreira não é muito grande.

Ocorrendo o processo de “teletransporte do elétron”, já que quem movimenta é o neutrino e este neutrino consegue passar pela matéria (massa), então ele passa e acopla a outro conjunto de energia da energia escura (02 energias magnéticas elementares negativas), para formar outro elétron no mesmo caminho (túnel). A distância deste “teletransporte” depende da velocidade de aceleração deste elétron, que será a distância que será atirado o neutrino para formar outro campo de massa a outro elétron (02 energias magnéticas negativas).

 

 

PRINCÍPIO DA INCERTEZA DE HEISENBERG

 

A Teoria do “Princípio da Incerteza”:

“0 Principio da Incerteza é uma conseqüência inelutável da Mecânica Quântica. Pode, contudo, ser compreendido em termos de certas experiências imaginárias, estudadas em grande detalhe por Heisenberg e, posteriormente, por Bohr. Examinemos, de maneira muito simplificada, um desses experimentos. A visualização de um elétron se dá quando um fóton emitido por este elétron é detectado (digamos, pela retina do observador). Lance-se, por exemplo, um feixe de fótons de comprimento de onda L em direção à região onde se encontra o elétron. O fóton que com ele colidir será refletido (absorvido e reemitido) e sua detecção nos informará sobre a posição do elétron. Naturalmente, um fóton de comprimento de onda L não pode determinar a posição do elétron com precisão maior do que L. Seria de se pensar, portanto, que a utilização de um fóton de comprimento de onda menor fornecesse informações mais completas. Sabe-se, porém, que a quantidade de movimento de um fóton é inversamente proporcional ao seu comprimento de onda. Logo, ao usarmos fótons de menor comprimento de onda para aprimorarmos a medida da posição do elétron, estaremos automaticamente usando fótons de maior quantidade de movimento que, ao serem refletido pelo elétron, transferirão a ele uma quantidade de movimento tanto maior quanto menor for o comprimento de onda. Assim, ao aprimorarmos a determinação da posição do elétron, estaremos alterando o valor de sua quantidade de movimento por um valor que é tanto maior quanto mais precisa for a determinação da posição. Uma análise mais detalhada mostra que o valor desta transferência de momento é incontrolável. Ora, a trajetória de uma partícula é determinada pelo conhecimento, em um dado instante, da posição e da velocidade da partícula. A impossibilidade desse duplo conhecimento acarreta automaticamente a impossibilidade de determinação da trajetória. Não há trajetórias na mecânica Quântica !

Nessa análise da observação de um elétron, o fóton representa a ação do observador sobre o objeto observado. O fato de o elétron ser visto implica a necessidade de que um fóton seja emitido por ele, com as conseqüências descritas. O princípio da incerteza é, assim, uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado. É impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do "resto da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. É notável que essa "intromissão" do observador em toda descrição da Natureza seja, não o resultado de uma convicção filosófica, mas uma conseqüência imprevista de uma teoria formulada para o estudo quantitativo de fenômenos em escala atômica. É isso que dá a essa impossibilidade de isolamento da Natureza em relação ao observador uma força que os muitos argumentos apresentados durante a disputa milenar entre as concepções materialista e idealista do Universo jamais puderam acumular.

Heisenberg descobriu esse fato, ao tentar lidar com as desafiadoras teorias da luz. Segundo a teoria quântica de Niels Bohr, que Heisenberg preferia, a luz é emitida descontinuamente pelos átomos, em "pacotes", quando os elétrons dão "o salto quântico". De acordo com outros, como Erwin Schrödinger, a teoria quântica falha porque não consegue explicar os casos nos quais a luz se comporta como uma onda.

O próprio Heisenberg ficou insatisfeito com a teoria de Bohr, já que ela se baseava em uma idéia do átomo que nunca poderia ser provada. Mas ele achava que a idéia rival de Schrödinger estava mais errada, e para provar isso, pôs-se a examinar mais detalhadamente o que realmente podemos afirmar com segurança sobre os elétrons. No decorrer do processo, investigou as medições comuns -- posição, velocidade, quantidade de movimento, energia e tempo -- que os físicos usavam ao propor suas teorias. Por volta de 1927, ele havia chegado a uma conclusão surpreendente: que tanto a teoria quântica como sua rival, a teoria ondulatória, da forma como na época eram formuladas, estavam carregadas de insuperáveis incertezas.

Heisenberg começou a pensar insistentemente sobre o próprio processo da observação científica, que pode geralmente ser seguro quando se observa o comportamento de objetos banais, mas fica sujeito a grandes dificuldades quando se trata de partículas subatômicas. Seu ponto principal era esse: você não pode observar a posição de um elétron exceto fazendo alguma coisa rebater nele -- luz, por exemplo. Em outras palavras, você tem que introduzir uma forma de radiação, a qual tem sua própria energia, e essa energia vai perturbar o caminho do elétron em maior ou menor grau.

De fato, quanto mais precisamente você desejar localizar o elétron, mais terá que perturbar sua velocidade (e, portanto, sua quantidade de movimento), porque você tem que adicionar mais energia. Por outro lado, se você quer medir a quantidade de movimento do elétron (expressa através de sua velocidade), você tem que minimizar a interferência da radiação. Mas fazendo isso, você torna impossível localizar precisamente a posição do elétron.

Resumindo, radiação de alta energia dará a você dados mais precisos sobre a posição do elétron em um dado momento, enquanto que destrói a evidência de sua velocidade inicial. Radiação de baixa energia dará a você dados mais precisos sobre a rapidez com que ele se move em um dado tempo, enquanto que encobre os dados sobre sua localização. E o que é ainda mais estranho, o próprio ato de observar a posição de um elétron vai fazer com que ele "se comporte" mais como uma partícula, enquanto que o ato de medir sua energia fará com que ele "se comporte" mais como uma onda.

O que o princípio da incerteza diz essencialmente é que não existe meio de medir com precisão as propriedades mais elementares do comportamento subatômico. Ou melhor, quanto mais precisamente você mede uma propriedade, digamos, o movimento de um elétron, menos precisamente você pode conhecer outra, nesse caso, sua posição. Mais certeza de uma, mais incerteza de outra.

Heisenberg veio então com uma pequena e interessante fórmula para expressar esses fatos frustrantes, dizendo basicamente que, se você multiplicar a incerteza da posição pela incerteza da quantidade de movimento, o produto não poderá ser menor que um certo número positivo chamado de "constante de Planck". Isto é, a incerteza nunca pode ser reduzida a zero, e quanto melhor você medir uma quantidade mais incerta será a outra.

Não é que o nosso conhecimento sobre as partículas atômicas seja incerto porque nossas técnicas de medição ainda não são suficientemente boas. O ponto é que técnica alguma jamais poderá superar a incerteza fundamental do comportamento de grandezas quânticas. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, mas isso nunca poderemos saber. É igualmente provável que não o façam e, portanto, afirmações sobre ambos os efeitos são inúteis e sem sentido.

Em termos práticos, o que o princípio da incerteza sugere é que você não pode tratar partículas quânticas como se fossem iguais aos objetos de nossa vida diária -- objetos que podemos apontar e dizer: "Este objeto está aqui, agora, e é para lá que ele está indo". Os aspectos essenciais de uma partícula (posição, velocidade, quantidade de movimento, energia) nunca podem ser imediatamente observados com precisão -- o próprio ato da observação, inevitável e irremediavelmente, distorce pelo menos uma dessas características. Na melhor das hipóteses, podemos fazer medições e predições prováveis ou estatísticas”.

 

 

Críticas ao “Princípio da Incerteza” de Heinsenberg:

A Interpretação  de transmissão das radiações eletromagnéticas estava sendo compreendida por quantização de energia, e como, apresentado neste trabalho, não ocorre a qüantização de energia, descrita por Max Planck, que mesmo explicando o resultado, das radiações do aquecimento do corpo negro, interpretou erroneamente os acontecimentos, colocando os elétrons como emissores de radiações eletromagnéticas, e que, a transferência de fótons entre elétrons, como explicado por Albert Einstein, também não ocorre como explanado.

Os elétrons, não são emissores de radiações eletromagnéticas, somente participam, conforme explanado, neste estudo, na propagação das radiações eletromagnéticas, que são produtos das interações entre elétrons e posítrons, em sua maioria proveniente dos núcleos atômicos.

O “princípio” descrito por Heinsenberg, necessita de uma interpretação diferente, já que a quantização de energia de Max Planck e a transferências de fótons de Albert Einstein, não são premissas condizentes com a realidade dos acontecimentos.

A afirmação que, em uma análise mais detalhada, o valor da transferência de momento é incontrolável ,é incoerente com os fatos reais, pois, sabendo-se da velocidade do raio que atinge o elétron, podemos  prever  o deslocamento deste elétron ou não, dependendo da velocidade de impacto desta radiação e mais, pode-se prever a direção deste elétron e a quantidade de energia que este elétron recebeu, ou para deslocar de seu orbital ou apenas  para ganhar energia cinética orbital, pois, não se trata de uma quebra de simetria de momento, já que sabemos de onde sai a energia cinética e para onde ela vai.

Agora, considerar que nossos meios de medição da velocidade e da localização no orbital ainda são ineficazes, é correto, mas  este fato por si só, não é um princípio, e sim uma conseqüência da  falta de meios para esta medição (que será superado com novas tecnologias).

O “princípio da incerteza”, que é predito como uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado e  que é  impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do "resto da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. Não é realística, pois os fatos são baseados em premissas erradas e que estas conseqüências imprevistas, desta teoria formulada para o estudo quantitativo, de fenômenos em escala atômica, está equivocada em relação à essência da realidade dos fatos. É isso, que dá essa impressão, de impossibilidade de isolamento da Natureza, dos fatos em relação ao observador.

O nosso conhecimento sobre as partículas atômicas está  incerto porque nossas técnicas de medição, ainda não são suficientemente boas para superar o “princípio da incerteza”, já que não é fundamental do comportamento de grandezas subatômicas esta característica de incerteza. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, e por vezes receberem energia cinética das radiações eletromagnéticas, que por vezes os destacam de seus orbitais (como nas interações de propagação das Radiações eletromagnéticas de altas velocidades –gama, “X”, ultra violeta), que por vezes não são destacados dos seus orbitais, não desviando as radiações eletromagnéticas, permitindo que nas interações com os mesmos, se propaguem em movimento retilíneo (como na propagação das radiações eletromagnéticas visíveis), ou por vezes, não são destacados dos seus orbitais, mas desviando as próprias radiações eletromagnéticas (como no caso das radiações eletromagnéticas abaixo do vermelho, do espectro eletromagnético). Sendo que em todos estes processo, a energia cinética das radiações eletromagnéticas, é em parte transferida aos elétrons participantes destas interações.

Como este “princípio da incerteza” pareceu ser real, a física quântica começou a derivar dele, outros “princípios” que necessitariam que este princípio estivesse correto para ser base deles próprios, como é o caso  do “princípio da complementariedade”, o não entendimento do movimento ondulatório do elétron , do posítron e das radiações eletromagnéticas    (entendimento da dualidade onda-partícula), etc.

Assim, fazer medições e predições somente prováveis ou estatísticas, é perder a oportunidade, de explicar e entender, o que ainda não foi explicado ou entendido dentro do mundo real em que vivemos.

 

 

CONSEQÜÊNCIA DA PRESENÇA DE NEUTRINOS E ANTINEUTRINOS

 

Matéria Escura

Os neutrinos e antineutrinos, partículas elementares participantes de todo este processo de aparecimento da matéria, que através de suas vibrações produzem o campo de massa para a energia, fazendo com que o nosso Universo seja formado por matéria (ou seja, matéria e antimatéria).

 Como os elétrons existem em quantidades iguais aos posítrons seus campos de massa, também, existem em quantidades iguais às energias, as quais dotam de massa.

Como há a formação de grande quantidade de energia escura, estes neutrinos e antineutrinos que estariam associados a estes elétrons e posítrons que se transformaram em energia, fiquem livres, sem energia cinética e como possuem massa, seu conjunto corresponda à Matéria escura.

 

 

 

                                                                                                         Luiz Carlos de Almeida

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