2.
2. Hipóteses:H-1: O Elétron Matemático
H-2: O Elétron Emissor
H-3: A Equação do Elétron
H-4: O Elétron Sensor
H-1: O Elétron Matemático
O elétron (proton) pode ser representado matematicamente por sua posição P, em relação a um dado referencial,
P = P(x, y, z, t),
e por um vetor w dado por
estando este último relacionado à estrutura interna do elétron (próton). K é presumivelmente constante e v é um vetor unitário.
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H-2: O Elétron Emissor
O elétron (próton) emite, para o espaço circunvizinho, informações eletromagnéticas, as quais polarizam este espaço.
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H-3: A Equação do Elétron
O espaço polarizado por um elétron (próton) localizado num ponto P manifesta-se através de um campo vetorial A cujo valor, em cada ponto Q, depende de w e da distância r entre P e Q,
A = A(w, r), |
r > e |
sendo e o "raio matemático do elétron".
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H-4: O Elétron Sensor
O elétron (próton) localizado num campo A de outro(s) elétron (próton)(s), graças a sua estrutura interna, é sensível a variações direcionais de A.
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As hipóteses 1 a 4 constituem, como veremos, um conjunto necessário e suficiente de enunciados destinados a alicerçar uma teoria eletromagnética coerente com a realidade física. Qualquer afirmação adicional deverá decorrer diretamente de dados observacionais. Desta forma, não suporemos como variantes, nem invariantes, conceitos como massa, tempo, velocidade, etc. Por exemplo: Ao dizer que as informações eletromagnéticas propagam-se a uma velocidade c estarei simplesmente querendo dizer que as informações eletromagnéticas propagam-se a uma velocidade c, nada mais, nada menos. Nenhuma suposição será feita sobre o possível comportamento de c e que não decorra diretamente da experimentação. Por outro lado, e para evitar confusões, adotarei a notação x e b para os campos vetoriais relacionados ao que chamo efeitos eletromagnéticos e E e B para os campos elétrico e magnético clássicos. Em nenhum momento será admitida a transformação de x em b ou vice-versa. Se algo deste tipo ocorrer, surgirá como conseqüência da teoria. De qualquer forma, e como veremos, o conjunto (x, b) é bem diferente do conjunto (E,B).
Nos capítulos subseqüentes utilizarei a linguagem operacional adotada para as hipóteses 1 a 4. Convém, no entanto, justificá-las fisicamente. Para tanto, nos comentários apresentados nos ítens a seguir (2.3 a 2.6), referir-me-ei a elétron como um e/ou outro elemento do par elétron-próton; e ainda que elétrons e prótons difiram, substancialmente, por propriedades outras alheias ao eletromagnetismo, salvo disposição em contrário, manterei esta regra nos capítulos que se seguem.
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